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Libox: seu personal P2P

Posted by Sandréa Souza on Sexta-feira, Novembro 13, 2009 in ,

Libox é uma aplicação web que funciona como rede P2P (peer to peer).

Se sua biblioteca não tem um servidor dedicado, mas gostaria que seus computadores estivessem conectados para compartilhar imagens e vídeos, este é o site.

É só importar sua mídia para o Libox e convidar outros para compartilhar. O conteúdo não fica estocado nos servidores do Libox... ele fica em suas máquinas, o Libox só facilita a troca.

Libox emula um browser, por isso seu parceiro também deve ter o serviço instalado.

Visite o site para ver o Libox em ação.

Fonte: LifeHacker

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Google Dashboard: um resumo de você online

Posted by Sandréa Souza on Quarta-feira, Novembro 11, 2009 in ,

Já se esqueceu de tudo o que pesquisou no Google? Nem se lembra quantos alertas tem cadastrados ou quantos contatos em sua caixa de correio? Perdeu a conta dos sites que acompanha?

Se quiser ver um resumo de sua vida no Google visite o Google Dashboard.

Lá estão listadas essas e outras informações que você nem se lembrava que possuia.
Muito bom para Hardcore Google Addicts Users como eu e você.

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Guia Completo do Google Wave

Posted by Sandréa Souza on Quarta-feira, Novembro 11, 2009 in , , ,

O Goolgle Wave promete ser uma revolução em nossa forma de usar a internet.

Ele combina e-mail, chat e troca de documentos em uma interface única, integrada, sobre uma plataforma altamente colaborativa.
Uma das questões que mais interessam a nós, bibliotecários, é que o Wave promete acabar com as cópias propagadas por e-mails, tornando os documentos sempre originais; isto é, o documento que se tem em mãos é o único documento, mesmo que compartilhado com outros. Isso vai dar o que atualizar na lei de Direitos Autorais...

Bem, se queres saber mais sobre o Google Wave, essa onda que vem por aí, leia o Complete Guide to Google Wave de Gina TRAPANI que está disponível gratuitamente, por enquanto...

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Banco de Imagens: indexando imagens utilizando campos IPTC

Posted by Sandréa Souza on Sexta-feira, Novembro 06, 2009 in , ,
É muito fácil utilizar o Google Picasa e o Flickr para organizar suas imagens. Mas quando se trata de um ambiente empresarial essas ferramentas não asseguram a privacidade dos dados e arquivos.
Assim, a maioria das corporações optam por sistemas fechados, dando espaço ao desenvolvimento de vários padrões de metadados.Um exemplo é o padrão IPTC, muito conhecido por fotógrafos profissionais.

O IPTC (International Press Telecommunication Council) é um organismo criado em 1965 e encarregado de promover centrais de troca de dados destinados à imprensa. Em 1991 o IPTC junto a NAA (Newspaper Association of America) desenvolveu um modelo de transferência de informações aceitos globalmente para todas as classes de dados.

Foi assim que surgiu o padrão IPTC que consiste em metadados (designados por IPTC headers), embutidos nos aquivos de mídia, mais usados atualmente nos arquivos de imagens digitais.

Esses campos ficam encapsulados no interior da própria imagem, o que torna o padrão amplamente aceito, já que para onde quer que a imagem seja tranferida (seja por e-mail, via rede, pen-drive etc.) os metadados vão junto, invisíveis, mas legíveis pela maioria dos editores de imagem.
Isso é bem diferente de criar um banco de dados com campos descritores e associar a imagem ao banco.

Os campos IPTC básicos podem incluir o título da imagem, palavras-chave, autor da imagem, a data da criação entre outros, fora os campos configuráveis.

Imagens que possuem campos IPTC editadas podem ser indexadas, como fazemos com documentos de texto, e depois pesquisadas por estes campos encapsulados.

Normalmente, a maioria dos editores de imagem também editam os campos IPTC (alguns fotógrafos chamam de File Info), mas estes softwares não criam um banco de imagens indexadas. Para isso deve-se ter um programa dedicado que, em sua maioria, é pago.

O FotoStation e o FotoWeb da FotoWare são os mais famosos. É completo. Edita, indexa e possui engine de busca acoplado. Sua interface pode ser disponibilizada em rede intranet e mesmo no site da empresa na internet.

O Adobe Bridge CS4 é mais baratinho, mas limitado. Não aguenta um grande banco de imagens empresarial em rede, por exemplo. Vem incluído no Adobe Creative Suite. Utiliza também metadados XMP que é outro padrão de transferência lido pelo Photoshop Lighthoom.

Existe o Kalimages que é um meio termo, indicado para coleções médias. O shareware está disponível.

Pra fechar, indico o iTag que é o software bbb - bom, bonito e barato pois é free. Ele edita e indexa, inclusive em lote, as imagens. Até onde testei, funciona muito bem. Os dados salvos foram lidos perfeitamente pelos outros editores de imagens.

Bom... Se você trabalha numa grande empresa, o mais recomendável é verifiar junto a sua TI qual será a melhor solução para seu Banco de Imagens uma vez que este projeto requer servidor dedicado e amplas memórias.

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Fórum Mundial da Ciência 2009 debate Conhecimento e Futuro

Posted by Sandréa Souza on Quinta-feira, Novembro 05, 2009 in

No período de 5 a 7 de novembro, Budapeste receberá o Fórum Mundial da Ciência 2009. Promovido desde 2003 pela Academia de Ciências da Hungria, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (Unesco) e com o Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), o evento chega à quarta edição com foco nas discussões sobre conhecimento e futuro.

Um dos destaques será uma sessão dedicada à Comunicação Científica, com a presença de Bruce Alberts e Philip Campbell, editores das revistas especializadas Science e Nature.

A Comunicação Científica é um dos assuntos recorrentes em Ciência da Informação com muitos trabalhos publicados uma vez que o fluxo informacional acadêmico passa pelo registro formal do conhecimento.

Estudar as estruturas que legitimam uma descoberta, ou determinado conhecimento, e que faz jus a precursores através das citações, é uma das linhas de pesquisa desta área.

Quando fiz o mestrado em CI pelo IBICT, optei por investigar a Comunicação Científica na Academia Brasileira de Ciências. Foi muito enriquecedor. O resultado pode ser conferido em download gratuito pela Lulu.com.

Abaixo vão alguns artigos para quem quer investigar mais esta área:

BUSH, Vannevar. As we may think. The Atlantic Monthly, Jul.1945. (um clássico...)

CASTRO, Regina C Figueiredo. Impacto da Internet no fluxo da comunicação científica em saúde. R. Saúde Pública [online]. 2006, vol.40, n.spe

FREIRE, Isa Maria. O olhar da consciência possível sobre o campo científico. Ci. Inf., Abr 2003, vol.32, no.1, p.50-59.

LEITE, Fernando César Lima; COSTA, Sely Maria de Souza. Gestão do conhecimento científico: proposta de um modelo conceitual com base em processos de comunicação científica. Ci. Inf., Abr 2007, vol.36, no.1, p.92-107.

MOREIRA, Walter. Os colégios virtuais e a nova configuração da comunicação científica. Ci. Inf. [online]. 2005, vol.34, n.1, pp. 57-63.

MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. A comunicação científica e o movimento de acesso livre ao conhecimento. Ci. Inf. [online]. 2006, vol.35, n.2

SCHAFFER, Patrícia. Comunicando a pesquisa. Ci. Inf. [online]. 1998, vol.27, n.3, pp. 00-00.

SENA, Nathália Kneipp. Open archives: caminho alternativo para a comunicação científica. Ci. Inf. [online]. 2000, vol.29, n.3, pp. 71-78.

SOUZA, Sandréa. Comunicação Científica na Academia Brasileira de Ciências : estudo exploratório de suas publicações (1917-1928). Rio de Janeiro : UFRJ/ECO - IBICT, 2003.
231 p., il.

VOLPATO, Gilson Luiz and FREITAS, Eliane Gonçalves de. Desafios na publicação científica. Pesqui. Odontol. Bras. [online]. 2003, vol.17

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Comparar textos

Posted by Sandréa Souza on Sexta-feira, Outubro 30, 2009 in , ,

Aqui no escritório é muito comum que uma equipe responsável por um determinado projeto produza e depois revise um parecer sobre seu tema de estudo. Depois estas revisões com suas alterações e sugestões são remetidas por e-mail para alguém do grupo consolidá-las e finalmente enviá-las ao destinatário.

Coitado deste consolidador... as vezes as mudanças são tão sutis que fica fácil cometer erros.
Bem, se este é seu caso, aqui vão alguns instrumentos que ajudam a comparar textos sem muito esforço:

  • Quickdiff: site simplesinho onde você cola os dois textos e manda comparar. Ele ressalta as diferenças com um marca texto. Foi originalmente pensado para comparar linhas de código de programação...mas quebra o galho para outras comparações.

  • TextFlow: software. Acho que é o melhor. Pode-se comparar multiplos textos ao mesmo tempo. As comparações são bem visuais, com uso de cores. Você tem apenas que aceitar as alterações ou não, numa única interface. A versão não-comercial é gratuita.

  • CompareMyDocs: o site esta em beta, e por enquanto, gratuito. Simplesmente carregue suas versões no site e ele faz o resto. Bastante visual.

  • Writeboard: site colaborativo. O texto fica a disposição dos participantes para que todos façam as alterações num único documento online. Todas as revisões são rastreadas incluindo o nome de quem alterou o original. Depois é só baixar o documento final.

  • WinMerge, DiffText, Compare Text: todos são pagos, mas o shareware está disponível.

Bem... agora não tem desculpa para o trabalho sair como uma colcha mal retalhada...



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PhotoJoy: exiba com estilo

Posted by Sandréa Souza on Quarta-feira, Outubro 28, 2009 in ,

E já que estamos falando de imagens... se você quiser exibir as imagens coletadas com o programa anterior de uma forma bonita e agradável, usando-as em seu desktop ou como protetor de tela, aqui vai um programinha bonitinho: Photojoy.

As montagens são muito lindas e os protetores de tela tem impressionante qualidade.

A que atentar para a capacidade de memória do micro em que está instalado já que o aplicativo pode deixá-lo lento...

O download é grátis. Divirta-se.

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Baixe várias imagens de uma só vez

Posted by Sandréa Souza on Quarta-feira, Outubro 28, 2009 in , , ,

Pra você que esta criando um Banco de Imagens para sua biblioteca ou projeto a partir do Google Imagens e fica clicando em cada thumbnail para baixá-las, aqui vai uma dica:

Neste caso você pode usar o Multi Image Downloader.
O Multi Image Downloader é feito especialmente para baixar imagens do Google Imagens.

Esse programa vai analisar cada página recuperada na pesquisa e, segundo os editores, num tempo muito curto vai baixar até 100 imagens originais de uma vez. É só colar o link do resultado da pesquisa no programa e mandar ver.
O Download é free e só funciona no Windows.

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O Orkut vai mudar

Posted by Sandréa Souza on Quarta-feira, Outubro 28, 2009 in

Está programado para amanhã, dia 29, uma reforma radical no Orkut.
Como esta é a rede social de maior importância no país, acho que vale a pena ler a notinha publicada na Info.

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Rastreie a biblioblogsfera com o LibWorm

Posted by Sandréa Souza on Segunda-feira, Outubro 26, 2009 in ,

LibWorm é um engine de busca especializado em Biblioteconomia e Ciência da Informação.

Com ele é possível ter acesso a mais de 1500 feeds de nossa área.

O site, e os feeds, estão em inglês, mas não há como negar que o engine é excelente uma vez que que a Biblioteconomia carece de instrumentos dedicados como esse.

O site inclui busca por categorias, assuntos e tags, além das opções booleanas.
Visite e fique por dentro com o LibWorm.


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