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Bookshare, a tecnologia do bem

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, junho 24, 2016 in , ,
"Em janeiro de 2015, a Benetech, ONG que “desenvolve e usa a tecnologia para criar mudanças sociais positivas” ganhou do Google.Org Award um investimento de US$ 800 mil. Entre os programas da Benetech, que tem sede em Palo Alto, na Califórnia (EUA), está a Bookshare, uma biblioteca digital acessível desenvolvida para deficientes visuais, pessoas de baixa visão, disléxicos severos e pessoas com problemas motores que impeçam o manuseio de livros.
No mundo todo, a plataforma já tem 400 mil usuários, a maioria deles nos EUA, e cerca de 400 mil títulos, a grande maioria em inglês. Em português, são apenas 57 títulos, quase todos de obras em domínio público.
Com o empurrãozinho do Google, a plataforma quer ampliar esses números. Para tanto, contratou uma “evangelizadora” que começou a visitar editores brasileiros na tentativa de fazer crescer a participação de livros brasileiros no catálogo e, consequentemente, crescer o número de usuários brasileiros na plataforma. "
Leia mais sobre a iniciativa no Publish News.


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Ubook: audiolivros em português... e alguns em outras línguas.

Posted by Sandréa Moraes on terça-feira, junho 21, 2016 in ,
Para aqueles que possuem deficiência ou alguma limitação visual, ou para aqueles que preferem ouvir uma boa estória a ter que lê-la, existe um site  muito interessante: Ubook.

O Ubook é uma biblioteca de audiobooks: por quase R$20 por mês, ou quase R$5 por semana, você terá à disposição, centenas de livros com excelente qualidade de produção - alguns inclusive, com trilha sonora de fundo para incrementar a leitura, digo, a audição.

Sabendo-se que, em média, um livro de 200 páginas possui 6 horas de audição, temos que é possível "ler" uns 5 livros por mês. Nada mal, pelo preço a ser pago...

Na lista das obras disponibilizadas, estão desde livros de domínio público - como Drácula, de Bram Stoker - até o Dom, Bruxos e Bruxas, de James Paterson, passando por Augusto Cury, Sin Tzu e Alberto Dell'Isola.

O site também inclui o áudio de artigos de revistas, como a Exame e a Superinteressante, além de podcasts de assuntos variados (achei até o Doctor Who por lá! Nerd!).

Áudio de livros em inglês - como o The Adventures of Sherlock Holmes  -  e outras línguas também estão disponíveis. É bom para treinar o ouvido!

Visite e ouça diretamente em seu celular, tanto on como off-line.

Comece pelos livros em domínio público pois são gratuitos. Depois, se quiser assinar, opte por pagar com seu cartão de crédito ou diretamente em sua conta de celular.

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Gerador de Referências / Citações II

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, junho 17, 2016 in , ,
Pra quem está na difícil missão de entregar o TCC ou sua dissertação, aqui vão dois sites que te ajudarão a organizar as referências:
  • Zotero: é uma ferramenta gratuita, que auxilia na coleta, organização, referências, e compartilhamento das fontes de pesquisa. Possui instrumentos de coleta de links online através de plugin na barra de ferramentas do Firefox. Com ele é possível cadastrar os artigos que você consultou para o TCC e depois, com um clique, criar a citação no texto e também a bibliografia completa dentro das páginas do seu documento Word. A formatação das referências pode ser escolhida entre o formato ABNT, APA, Chicago e tantas outras. O utilitário também possui a versão standalone que pode ser instalada em seu PC sem a necessidade de ficar preso ao browser. Abaixo vai um vídeo que ensina como usar:




  • EndNote: também gratuito, esse gerenciador de citações funciona online e tem uma interface bem simples, mas eficiente. A coleta de referências pode ser feita de dentro do próprio site. Permite que grupos compartilhem as referências além de disponibilizar 2GB de espaço para anexar documentos na nuvem. Uma parte interessante do EndNote é a aba "Correspondência" que realiza um filtro dos periódicos que podem ser de seu interesse baseado na soma de suas referências, seu resumo e o título de seu trabalho. Também possui a versão standalone. O vídeo abaixo é meio antigo mas serve como ilustração:


De início achei meio difícil de usar esses gerenciadores, mas com prática, se tornam excelentes ferramentas para coletar informação e já deixar as referências prontas para uso quando precisar. Se você ainda está no início da sua jornada rumo ao Trabalho de Conclusão de Curso, comece a usar essas ferramentas desde agora.


Veja meu primeiro post sobre esse assunto aqui.


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HoloLens: nova interação homem-máquina com hologramas

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, junho 13, 2016 in , , ,
Imagine, após colocar seus óculos especiais, chegar a sua biblioteca universitária e poder ver projetada na parede inteira, as novas aquisições do acervo, informações sobre o tempo, o mercado financeiro, lançamentos e etc.

Imagine olhar para o lado e ver o assistente virtual perguntar o que procura e, após solicitar a pesquisa, setas flutuantes indicarem o caminho até a prateleira aonde está o livro desejado.
Imagine sentar-se com o livro em mãos e, conforme o folheia, telas pop up saltarem ao seu redor com informações adicionadas por outras pessoas que também leram a obra ou mesmo dos próprios autores que atualizaram a obra com vídeos e sites de interesse.

Imagine que há um ícone flutuante sobre a capa do livro e ao ser pinçado, uma tela pop up transforma a publicação em suas mãos em uma tela plana que você, com um gesto, regula o tamanho para que ocupe toda a parede diante de seu olhos. Confortável, não?
Com alguns gestos você copia trechos da obra na tela flutuante e as lança a outra tela flutuante para criar seu próprio texto depois.

Na dúvida sobre o que ler a seguir? O ícone de ajuda que gira no espaço do acervo chama a presença do bibliotecário que se materializa diante de seus olhos e que, conforme a entrevista, abre novas telas com outras opções de livros, de sites, de vídeos... e assim segue a pesquisa...

No fim do trabalho você retira  seus óculos e vai pro chuveiro pois de sua casa até a universidade é um longo caminho e a aula de hoje não vai ser transmitida por holo-presença...


Pois é, a nova tecnologia holográfica poderá revolucionar a maneira como nos relacionamos com os computadores, com a internet, com a comunidade, e mesmo a forma como vemos o mundo a nossa volta.
E nós, bibliotecários, como poderá ser esse mundo para nós?




Mais info em TED Talks, e Youtube Playlist.

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Projeto experimental disponibiliza cerca de 50 mil livros online

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, fevereiro 19, 2015 in ,
Pensando na qualificação dos alunos e professores, a Universidade do Estado do Pará (Uepa) disponibiliza, por noventa dias, 45 mil edições online de exemplares referentes às diversas áreas do conhecimento, de forma gratuita, no site da EBSCO Information Services.

Para fazer o download dos livros é necessário que o usuário crie uma conta na plataforma, disponível no lado direito do site. Não é necessária nenhuma informação privada, apenas alguns dados para cadastro. A vantagem da conta é que é possível incluir na pasta documentos que ficarão salvos para a pesquisa, sejam eles tanto livros quanto artigos.

De acordo com a quantidade de acessos obtidos, a Universidade do Estado do Pará (Uepa) negociará aquisição de 135 mil títulos online, juntamente com o portal da CAPES e publicações científicas oriundas da instituição.

Aproveitem para visualizar os livros de Biblioteconomia digitando "Library" ou "Librarianship" na pesquisa.

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Feliz 2015!

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, janeiro 05, 2015
Que 2015 seja um ano abençoado para todos os Bibliotecários do Mundo!

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Internet das Coisas - Internet of Things - IoT

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, outubro 31, 2014 in , ,
A Internet das Coisas ( IOT ) e Sistemas Inteligentes baseiam-se no uso de Sensores, Conectividade, Pessoas e Processos .
Estamos criando um novo mundo que vê e mede qualquer coisa em torno de nós através de "lentes sensoriais".
Nós digitalizamos os resultados e os tornamos disponíveis através das redes.
Por fim, colocamos toda a informação da rede em sistemas bi-direcionais para combinar pessoas, dados, sistemas e processos, o que leva à tomada de decisões mais bem sucedida.
Como resultado, adquirimos serviços novos e aplicações inteligentes, e abrimos um caminho novo para diversas aplicações. O que a biblioteca tem haver com isso?
Tudo!

Imagine estar numa biblioteca onde um sensor corre por um friso apontando a localização de seu livro na estante? Sensores que indicam se o livro está no lugar correto de classificação ou não? Sensor que indica se um livro está perdido num prédio? Sensor que indica a georreferência de uma obra? Indicação de disponibilidade de um livro na estante sem necessidade de consultar empréstimos? E mais: calculo de peso de uma carga de obras em doação, cálculo de volume, vida útil, danos ambientais...

Isso tudo, sem falar na própria mudança na forma do como o usuário procura suas informações. Nas mudanças culturais provocadas por esta nova onda. As bibliotecas como as conhecemos poderão mudar e muito...

Neste link você encontrará melhores explicações sobre a IoT com infográficos e indicações de livros.
Dá uma bela dissertação, que tal?

Bibliotecários: preparai-vos para o futuro!



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Comparando documentos

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, julho 18, 2014 in
Em se tratando de relatório as vezes ocorre dos dados mudarem e não sabermos qual é a versão que está valendo.

Aqui no acervo já ocorreu de um cliente enviar um arquivo para tradução, depois enviar outro e depois mandar email dizendo que não sabia qual era a versão final, ou a mais completa.

Já falamos aqui sobre controle de versão de documentos. Mas se o documento não é seu e você precisa comparar, aqui vai um site bem legal: DiffNow.

O DiffNow compara textos simples - basta colar os txts nos espaços - e pdfs. Também comprara textos do word.
O interessante é que ele destaca cada passagem e classifica as ocorrências em inclusão, exclusão ou mudança.

Então, se precisar comprar arquivos, use o DiffNow.


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Bibliotecas Digitais

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, março 13, 2014 in , ,
Bibliotecas digitais - ou melhor, bibliotecas virtuais, uma vez que o livro fica na "nuvem" - já estão disponíveis no Brasil (demorou mas chegou...).

 Uma delas e a da Xeriph, que apresenta este video interessante.
A outra é o Minha Biblioteca que possui assinatura individual e corporativa.

As plataformas são semelhantes e o preço, graças a competição entre elas, está barateando.

Viva a nós, bibliotecas.







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Assinatura de Periódicos: Digital ou Papel?

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, março 12, 2014 in ,
A migração para o digital já é uma realidade nas bibliotecas.
No entanto, antes de migrar para assinaturas em formato digital o gestor do acervo deve considerar alguns pontos:

- Valor: a maioria das revistas digitais - não todas - são mais caras online do que as em papel. Isso ocorre porque a maioria das editoras dá acesso retrospectivo a sua coleção de revistas, oferecendo mais do que apenas os exemplares comprados em um ano, ou seja, quem assina um título leva a coleção completa daquele título desde o no.1.

- Assinatura individual X Assinatura corporativa: um binômio que tem influência direta no valor da assinatura.

A assinatura anual individual de um periódico, que por vezes pode ser mais cara que a aquisição mensal da revista comprada na banca, ainda é mais barata que uma assinatura corporativa.

Isso ocorre porque a maioria das editoras cobra um mínimo de 100 assinantes para fechar um contrato corporativo que, mesmo custando cerca de 60% do preço de uma assinatura individual, ao ser multiplicado pela quantidade de assinantes, encarece o valor final.

Outro aspecto deste binômio - individual x corporativo - além do valor, é o formato de acesso.

Ao fazer uma assinatura corporativa o acesso à revista estará disponível na tela do usuário, sem intermediários. Isso é possível graças ao compartilhamento dos IPs, DNSs da empresa ou algum sistema de configuração de LDAP (simplificando: perfis de usuários de uma intranet) junto ao site da editora (é o caso da DOINET, por exemplo, que reconhece o IP da empresa e não necessita de senhas para que seus funcionários tenham acesso).

Esse modelo não está disponível quando assinamos individualmente, apenas para um bibliotecário, por exemplo.

Sem o acesso direto do usuário, os acervos necessitam divulgar para estes os conteúdos das publicações e promover as cópias (digitais ou em papel), o que gera bastante demanda.

- Acesso X Posse: muitas editoras oferecem o acesso online, como dito, a toda sua coleção de revistas, o que é excelente do ponto de vista da pesquisa, mas nada bom para as bibliotecas já que ao encerrar uma assinatura, todas as revistas pagas são perdidas. O acesso é simplesmente, cortado. Do ponto de vista do colecionismo o acervo "perde" informação. Isso não ocorre com a compra em papel, pois mesmo deixando de assinar uma revista, tudo que foi pago é mantido para futuras consultas.

Algumas editoras tem minimizado este efeito criando a "compra casada". Eles associam o acesso digital à compra do título em papel.

- Formatos:
cada editora possui um formato de apresentação do conteúdo de suas revistas. As interfaces variam desde sites que permitem cópia e impressão dos artigos (como a Revistas dos Tribunais, por exemplo) até sites que só permitem a leitura exclusivamente na tela do computador (como a Revista Forense, por exemplo). Em outros sites, o periódico é baixado, como um eBook ou pdf; ou só podendo ser lido num aplicativo de celular ou tablet exclusivo (como a revista VOCE S.A. ou VOCÊ RH, por exemplo, que só é lido no Iba Reader ).

Deve-se levar em consideração que nem todos os usuários possuem destreza computacional para lidar com estas variações.

- Tempo: com o acesso direto o usuário pode visitar sua publicação preferida a qualquer tempo, o que não ocorre com a assinatura em papel pois tem que solicitá-la á biblioteca, verificar disponibilidade e etc.

Se a biblioteca dispõe de um bureau digital, os artigos podem ser escaneados/digitalizados e enviados por email em até 24 horas. As cópias digitais também são arquivadas em uma base de dados. Os artigos podem ser enviados sempre que solicitado.

Neste modelo, deve-se cuidar para não enviar mais de três artigos por revista para cada usuário para não ferir a Lei de Direitos Autorais.

- Cultura: aqui em nossa biblioteca jurídica, temos notado que não há uma cultura de visita aos sites entre nossos advogados, ao menos não aos sites de revistas.

A grande maioria prefere solicitar a pesquisa dos assuntos de seu interesse com o envio dos artigos já filtrados à biblioteca.

O mesmo já não ocorre com livros (códigos, manuais e doutrinas) em formato digital (ebooks) que, para advogados que estão sempre com volumosos códigos em mãos, o livro digital torna-se mais prático de manipular e portar entre um tribunal e outro.


Assim, deve-se atentar para que as mudanças propostas venham de encontro ao seu público.

Concluindo: em tese, a maioria dos títulos de periódicos já possui um modelo digital os quais os acervos poderiam estar apenas gerenciando as contas de acesso.
Cabe ao gestor eleger os modelos mais aceitáveis para seus objetivos e comprar as assinaturas cabíveis.


Para nosso acervo, notamos que, ainda por algum tempo, conviveremos com os títulos em papel, inevitavelmente; até que o mercado assente um padrão mais homogêneo e que venha de encontro às necessidades corporativas.


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