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Um dia na Internet

Posted by Sandréa Souza on Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010 in ,
O quadro abaixo chama-se "Um dia na Interenet" e é bem interessante para ilustrar trabalhos e aulas.
Está em inglês, é claro, mas é bem bacaninha...
Sabia que um dia de blog posts na internet é o equivalente a 19 anos de jornal impresso?
Confira!

A Day in the Internet
Created by Online Education

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Lógica Fuzzy em GED

Posted by Sandréa Souza on Quinta-feira, Fevereiro 04, 2010 in , , , , ,


Olá Povo. Voltei.

Estava discutindo GED com a colega Rô Santos quando surgiu a menção à lógica Fuzzy.

Sabemos que alguns scanners realizam o OCR das páginas digitalizadas durante a entrada em um sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED).
Mas, dependendo do scanner que se tem, e do original capturado, o reconhecimento dos caracteres pode ser desastroso ou, na melhor das hipóteses, insatisfatório.

Se um documento estiver rasurado, amassado, borrado, ou se o scanner possuir um DPI abaixo de 300, provavelmente o resultado conterá palavras truncadas no documento gerado.
No caso do português é ainda pior... os Ç são confundidos com 6 ou Gs e a maior parte dos acentos é perdida.

Se os textos escaneados não forem editados e corrigidos antes de darem entrada no sistema de informação do tipo FTR (Full Text Retrieval - Recuperação de texto Completo) este terá a recuperação prejudicada. Isso porque a maioria das bases de dados utiliza o sistema booleano de lógica de busca.

Neste tipo de lógica, mesmo com a utilização de caracteres-coringa, você não irá recuperar todos os documentos pois ela é muito objetiva: ou você tem a palavra completa no texto. Ou tem parte dela. Ou não a tem. E ponto.

Para estes casos, scanners e programas dotados de recuperação com Lógica Fuzzy são os mais recomendados.

A lógica Fuzzy foi originalmente desenvolvida para criar inferências em sistemas computacionais onde a variável desejada poderia ter mais respostas do que apenas o 0 (Zero) e o 1, isto é, mais do que apenas o verdadeiro e o falso, incluindo assim algo como o talvez.

A Lógica fuzzy é mais usada em sistemas de controle que dirigem máquinas. Elas conseguem uma resposta desejada uma vez que seja dado um número de entradas do ambiente. Essas respostas (feeds) são conseguidas através de sensores que calculam um limiar aceitável para desencadear uma determinada ação. Um exemplo é o sinal de trânsito que fica verde ou vermelho dependendo do fluxo de automóveis ou de pedestres, ou as câmeras digitais que possuem auto-foco.

A Fuzzy Word Search, literalmente "pesquisa de palavra confusa" foi desenvolvida para encontrar palavras com grafia similar que foram incorretamente digitadas ou que por erro de conversão do OCR resultam em palavras parcialmente ilegíveis.

Assim, um sistema dotado desta ferramenta pode recuperar indistintamente os termos "Idéia", "Idea", "Ideia", "Idéa", "IdEa", "Idia" por exemplo, mesmo quando se digita errado...

Abaixo vai uma lista de softwares que incluem esta tecnologia e que podem ser levados em consideração quando sua biblioteca for criar seu sistema de GED:

Archivum: é um sistema completo de gerenciamento eletrônico de documentos. É pago, mas é nacional.

Laserfiche: o mais conhecido sistema de GED com lógica fuzzy. A recuperação dos documentos é muito boa.

NewSoft Presto! PageManager 6.0: sisteminha barato com boa recuperação.

Document Search List: neste site há uma lista de softwares, muitos dos quais são indicados como gratuitos.

Pra quem quiser saber mais sobre a lógica fuzzy em SRIs (Sistemas de Recuperação da Informação) sugiro as leituras baixo:

BRITTO Jr, A. Técnicas em Processamento e Análise de Documentos Manuscritos.




Wikipédia. Lógica difusa.

Mais indicações e comentários são bem-vindos.

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Banco de Imagens: interatividade com fotógrafos

Posted by Sandréa Souza on Terça-feira, Janeiro 26, 2010 in ,

Olá, amigos.

Estou curtindo as férias, então está difícil postar por aqui...

Conheço poucos bibliotecários que trabalham diretamente com sua fonte primária. Quero dizer... são poucos os bibliotecários que trabalham diretamente com os autores dos livros que catalogam, ou dos documentos que arquivam.

No meu caso, é comum trabalhar com os fotógrafos que geram as imagens de nosso banco de imagens.

Devido a isso, a interatividade entre o bibliotecário, a equipe de publicidade, e os jornalistas da comunicação institucional, é primordial para que a informação gerada pela fonte - neste caso os fotógrafos - atenda às expectativas dos usuários.

Obviamente, publicitários e jornalistas sabem exatamente o que pedir ao fotógrafo para registrar quando contratam um.

Mas se estes profissionais tiverem a oportunidade de consultarem um bibliotecário, ou terem um na equipe como no nosso caso, a empresa poderá lucrar a longo prazo pois além de terem sua meta imediata atendida com a contratação, um bibliotecário poderá briefar (do inglês, briefing) o fotógrafo sobre quais imagens são mais pesquisadas pelos usuários do tópico em questão.

O bibliotecário poderá dizer, segundo sua experiência, quais imagens ele, o fotógrafo, não deve deixar de fazer para qualquer tipo básico de imagem (Note que isso não quer dizer que o bibliotecário vá dizer ao fotógrafo como fotografar.... mas irá orientá-lo em suas ações).

Existem dois tipos básicos de imagens geradas numa grande empresa: imagens institucionais e cobertura de eventos.

- Imagens institucionais: normalmente são imagens geradas com um objetivo expecífico. Podem ser fotos para serem usadas para fins publicitários (ilustração de panfletos, cartazes, propagandas, etc.), iconográficas (utilizadas para blogs, portais ou aplicadas em materiais internos. Geralmente são fotos de objetos que não são achados em bancos de imagens comuns devido à especificidade da empresa), e de registro material (prédios, instalações, frota, terminais...)

- Cobertura de Eventos: registro de um evento do qual a empresa está participando ou promovendo: festas corporativas, premiações, patrocínios, visitas e visitantes ilustres, inaugurações e lançamentos, etc.

Depois que o fotógrafo realiza seu trabalho é comum que jornalistas e publicitários selecionem as imagens que irão usar em seus trabalhos e matérias.

Ao bibliotecário restam duas coisas: incluir as imagens no Banco de Imagens e arquivar o CD/DVD com os arquivos originais.

O bibliotecário pode utilizar esta seleção como ponto de partida para inclusão no Banco de Imagens já que não é recomendado incluir no banco tudo o que foi fotografado (ainda mais com a versatilidade destas novas câmeras digitais. Imagine arquivar 300 imagens de um só evento num banco!). No entanto, deve-se atentar para os objetivos das imagens selecionadas e verificar as restrições aplicáveis. Pode ocorrer, por exemplo, de uma imagem ser selecionada para ilustrar um panfleto sobre segurança justamente por conter uma situação de risco, mas não convém que ela esteja no banco de imagens acessível a todos.

Uma boa prática é fazer a seleção junto ao fotógrafo quando a imagem é publicitária. Ele poderá indicar quais as fotos são esteticamente mais adequadas para entrar no Banco de imagens.

Interatividade é a plavra-chave para o bibliotecário corporativo.

Aproveitando o ensejo.... vou divulgar o lançamento do livro da amiga fotógrafa Thelma Vidales.

Ela trabalhou conosco gerando imagens corporativas e cobertura de eventos e agora lança seu primeiro livro em co-autoria com outros fotógrafos: SAARA RIO DE JANEIRO. O livro retrata o nosso centro comercial popular com textos e imagens. Os fotógrafos conseguem tirar poesia do que há de mais caótico no Centro do Rio.
O livro será lançado no dia 02 de fevereiro as 18:30h na Livraria da Travessa do CCBB (R.Primeiro de Março, 66 - Centro).

A propósito... a foto dela foi escolhida para capa do livro... que chique! Beijo, Thelminha!




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Contrainteligência

Posted by Sandréa Souza on Segunda-feira, Janeiro 11, 2010 in ,

A Contrainteligência parece coisa dos tempos da Guerra Fria mas é uma área de estudo há muito conhecida dos empresários e que vem ganhando mais atenção dos bibliotecários nos dias atuais pois tem se tornado matéria de concurso.

A Contrainteligência, no seu sentido mais amplo, é definida como "a atividade que objetiva prevenir, detectar, obstruir e neutralizar a inteligência adversa, assim como ações de qualquer natureza que constituam ameaça à salvaguarda de dados, informações, bem como a dos bens ou patrimônio de uma empresa. As ações de contrainteligencia buscam detectar um invasor, neutralizar sua atuação, recuperar ou mesmo contra-atacar por meio da produção de desinformação. Isto permite uma organização tornar-se significativamente menos vulnerável".

Assim, a conhecida Segurança da Informação é parte integrande da área de estudo da Contrainteligência, pois além da segurança de dados e sistemas computacionais, a Contrainteligência se extende a guarda física dos documentos, suas instalações e pessoas envolvidas nos processos.

Já existe um curso de Pós-graduação em Inteligência e Contrainteligência, que por acaso, está com as matrículas abertas até dia 13 de janeiro. Sua grade de matérias inclui os seguintes módulos:

Módulo 01 – Entendendo Informação, Governança e Segurança : Governança e Segurança das Informações; Gestão de Segurança - Combate a Fraudes e Desvios Corporativos; gerenciamento de Crises e Planos de Contingência; Metodologia de Pesquisa Científica.

Módulo 02 – Conhecendo sobre Inteligência e Contra-Inteligência : História da Inteligência e da Propriedade Intelectual; Inteligência e Estratégia Organizacional; Metodologia para Produção do Conhecimento; Operações de Inteligência; Contra-Inteligência e Estudo de Casos Famosos de Traição.

Módulo 03 – Decidindo em Ambiente de Incerteza : Psicologia e Liderança; Guerra Psicológica – Desinformação, Publicidade e Propaganda; Contra-Terrorismo e Técnicas de Negociação sob Ameaça.

Módulo 04 – Planejando a Proteção do Conhecimento Sensível : Política Nacional de Inteligência, Leitura de Cenários e Análise da Conjuntura; Planejamento de Proteção do Conhecimento Sensível: Áreas e Instalações, Documentos e Materiais, Pessoas, Comunicações e Sistemas de Informação; Seminário de Trabalho de Conclusão do Curso.

Para quem quiser se antenar no assunto sugiro algumas leituras aqui no site da Osun que disponibiliza documentos em PDF.

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Near Me Now: o Google Big Brother

Posted by Sandréa Souza on Sábado, Janeiro 09, 2010 in , ,

Você está no centro da cidade e não sabe onde fica a agência de seu banco mais próxima... Isso pode ser facilmente resolvido com uma pesquisa no Google... e agora nem é preciso digitar algo.

A nova opção de pesquisa do Google, o "Near me now", faz a triangulação de onde você está e dá resultados de pesquisa sobre bancos, restaurantes, hotéis, coffee shops entre outros serviços próximos a você.

É claro que, por enquanto, isso só está funcionando nos celulares e iPhones dos EUA via Google Mobile, mas convenhamos, isso é bem legal... e assustador. Legal porque você não precisa digitar nada. É só acessar o link em seu celular e depois escolher a categoria (restaurante, banco etc.) para ver os resultados.
Assustador porque um serviço da internet estará sabendo exatamente onde você está e o que está procurando... como um Big Brother... e não me refiro ao da TV.... me refiro ao do livro... Isso me leva a pensar aonde o Google quer chegar...

Leia mais no Google Mobile Blog.

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The Best of 2009

Posted by Sandréa Souza on Segunda-feira, Janeiro 04, 2010 in , , ,

Olá, amigos!

Pra começar bem 2010 vamos fazer uma pequena autoavaliação...

Nem sempre é fácil manter um blog, principalmente quando se tem um emprego, filhos, casa, marido, essas coisas da vida... Mas acho que fomos bem...

Tivemos 3.146 visitas ao BiblioPage com mais de 6.500 páginas vistas por 2.256 visitantes... nada mal para um primeiro ano... (levando-se em conta que instalei o Google Analytics somente em março quando a página já existia desde outubro de 2008).

A maioria dos visitante é brasileira, é claro, mas tivemos 144 de Portugal, 51 dos EUA, 12 da Espanha, 10 da Alemanha, além de Canadá, Argentina, Itália, Holanda, Reino Unido entre outros.

A todos vocês meu muito obrigada, muchas gracías, thank you, danke, dankie, dank, xie xie, arigato... em todas as linguas possíveis.

É interessante notar que maioria das pessoas chegaram até ao BiblioPage através do Google (36%), boa parte deles usando meu nome como termo de pesquisa ("Sandréa Souza", 4%), e outros usando o termo "tesauros".

Abaixo, vai a lista das 10 páginas mais visitadas no ano passado:

  1. Planta Baixa: Criar e Visualizar Ambientes e Projetos : em primeiríssimo. Todo mundo quer bolar uma biblioteca mais funcional, não é mesmo?

  2. Tesauros Online : essa lista fez sucesso.

  3. AACR x RDA (Resource Description and Access) : até hoje me confundo também...

  4. Google: Pesquisa Avançada : dicas quentíssimas.

  5. Google Books Downloader : superprático.

  6. Software Bibliométrico : "mão na roda" dos calculistas bibliotecários.

  7. Gestão do Conhecimento e Portais Corporativos : meu trabalho é isso.

  8. Abordando temas juvenis com a Saga de "Crepúsculo" : que surpresa agradável ver este post entre os 10... sou Twilighter...

  9. Workflow e Controle de Versão : também trabalho todo dia com isso.

  10. Competência Informacional: links para estudo : é sempre bom saber.

Notei que o povo bibliotecário não é muito de comentar os posts, mas os poucos que comentam sempre contribuem muito. Valeu amigos.

Bem, é isso. Espero que tenhamos um grandioso 2010!!!


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Telas impressas levam filmes para a embalagem de produtos

Posted by Sandréa Souza on Quarta-feira, Dezembro 16, 2009 in , ,

A catalogação descritiva só vai ficando mais difícil....

"Brevemente, as indústrias terão um recurso a mais para tentar convencer os consumidores a comprar seus produtos.

Em vez de simples rótulos que, ainda que coloridos e criativos, são sempre estáticos, as embalagens poderão conter animações e até filmes.

A possibilidade surgiu a partir dos desenvolvimentos da eletrônica orgânica, que está permitindo a fabricação de circuitos eletrônicos, principalmente telas, por processos similares ao da impressão.

Embalagens com filmes e animações

A primeira empresa especializada na fabricação de telas para embalagens, que permitirá a criação dos rótulos animados, acaba de ser criada na Europa.

A Lumoza é uma empresa emergente criada pela universidade holandesa de Hasselt, em colaboração com o instituto de microeletrônica IMEC e com a empresa Artist Screen.

A tecnologia empregada pela Lumoza para a impressão de telas eletrônicas combina uma tinta eletroluminescente com um circuito eletrônico que controla a sequência e a temporização das animações.

O resultado é uma animação de computador que pode ser impressa em virtualmente qualquer tipo de superfície, incluindo as caixas plastificadas usadas pela maioria dos produtos. Depois de impressa, a tela pode ser dobrada, enrolada e até mesmo ser utilizada para embrulhar outro produto, sem perder a funcionalidade.

Capas para DVDs

Mas as embalagens de produtos não representam a única possibilidade de uso das telas impressas. Como a tecnologia funciona para impressão em grandes áreas, as telas poderão ocupar tetos, cartazes, roupas, veículos e outdoors inteiros.

"Nesta primeira fase, nós estamos focando a indústria de propaganda e de embalagens. A indústria de capas para DVDs também já demonstrou interesse. No longo prazo, vislumbramos aplicações mais duráveis, como na indústria da construção," explica o pesquisador Wouter Moons, um dos criadores da empresa emergente.

Filme com instruções de uso

Embora chegar ao supermercado e se deparar com uma prateleira repleta de embalagens com animações, totalmente poluída visualmente, possa não surgir como um quadro muito agradável, abrir a caixa de um produto e assistir às instruções para a sua montagem na própria caixa pode ser bem útil.

Como toda empresa emergente, somente os clientes em potencial - e, em última instância, os consumidores - poderão dizer se o que é tecnologicamente viável se tornará também um sucesso de mercado."

Fonte: Inovação Tecnológia

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História do Google

Posted by Sandréa Souza on Segunda-feira, Dezembro 14, 2009 in
Continuando sobre o Google...

Neste vídeo vai um resuminho dos 11 anos de criação da ferramenta.
O vídeo é obra do diretor Nick Scott, de Londres, edição de Robert Waddilove, com produção da Across the Pond Productions em união com a Google Creative Hub e música de Si Begg.

Alguém ainda duvida que estes caras "dominam" o mundo?

The Google Story from Nick Scott Studio on Vimeo.


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Google vai lançar loja online de livros eletrônicos

Posted by Sandréa Souza on Segunda-feira, Dezembro 14, 2009 in ,

O Google planeja lançar uma loja virtual de livros eletrônicos no primeiro semestre de 2010.

A iniciativa da empresa deve contar com cerca de 500 mil livros, apoiado pela parceria já consolidada com as editoras.

Segundo informações da Reuters, os livros eletrônicos do Google podem ser comprados diretamente pelo site ou por meio de lojas online como a Amazon ou a Barnes and Noble.

O projeto, chamado de Google Editions, chega para concorrer com o Kindle, da própria Amazon, que recentemente introduziu o e-reader em 100 países fora dos Estados Unidos.

Porém, diferentemente do que é oferecido pelo Kindle, quem comprar livros pelo Google poderá acessá-los de qualquer dispositivo ou computador com acesso à internet.

Ainda de acordo com a matéria, o Google planeja compartilhar a receita com as editoras e com as lojas online, caso os livros sejam comprados pelos sites de terceiros.

Fonte: UOL


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COOL-ER: Primeiro leitor digital brasileiro chega ao mercado

Posted by Sandréa Souza on Quinta-feira, Dezembro 10, 2009 in , ,
Repassando:

O primeiro leitor digital brasileiro já está disponível para o consumidor.

O Cooler GatoSabido entrou em pré-venda nesta semana pelo site da fabricante, no endereço www.gatosabido.com.br. O aparelho tem tela de 6 polegadas, peso de apenas de 178g, capacidade de armazenamento para até 5 mil livros e também reproduz arquivos MP3. O preço de lançamento é de R$ 750.

A livraria virtual da fabricante, a eBookStore GatoSabido, inicia suas atividades no próximo dia 15 de dezembro com 400 títulos em português. Através de um contrato com a livraria virtual COOL-ER, uma das maiores da Inglaterra, a loja brasileira irá disponibilizar também mais de 100 mil títulos de editoras internacionais.

Disponível em diversas cores, o aparelho brasileiro usa tecnologia E-Ink, idêntica ao papel, que possibilita uma tela de fácil leitura, mesmo com a luz direta do sol. O Cooler é compatível com sistemas Windows e Mac, tem uma bateria com duração de 8 mil viradas de páginas e aceita arquivos nos formatos PDF, EPUB, FB2, RTF, TXT, HTML, PRC e JPG.

Fonte: Redação Terra

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