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Internet das Coisas - Internet of Things - IoT

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, outubro 31, 2014 in , ,
A Internet das Coisas ( IOT ) e Sistemas Inteligentes baseiam-se no uso de Sensores, Conectividade, Pessoas e Processos .
Estamos criando um novo mundo que vê e mede qualquer coisa em torno de nós através de "lentes sensoriais".
Nós digitalizamos os resultados e os tornamos disponíveis através das redes.
Por fim, colocamos toda a informação da rede em sistemas bi-direcionais para combinar pessoas, dados, sistemas e processos, o que leva à tomada de decisões mais bem sucedida.
Como resultado, adquirimos serviços novos e aplicações inteligentes, e abrimos um caminho novo para diversas aplicações. O que a biblioteca tem haver com isso?
Tudo!

Imagine estar numa biblioteca onde um sensor corre por um friso apontando a localização de seu livro na estante? Sensores que indicam se o livro está no lugar correto de classificação ou não? Sensor que indica se um livro está perdido num prédio? Sensor que indica a georreferência de uma obra? Indicação de disponibilidade de um livro na estante sem necessidade de consultar empréstimos? E mais: calculo de peso de uma carga de obras em doação, cálculo de volume, vida útil, danos ambientais...

Isso tudo, sem falar na própria mudança na forma do como o usuário procura suas informações. Nas mudanças culturais provocadas por esta nova onda. As bibliotecas como as conhecemos poderão mudar e muito...

Neste link você encontrará melhores explicações sobre a IoT com infográficos e indicações de livros.
Dá uma bela dissertação, que tal?

Bibliotecários: preparai-vos para o futuro!



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Comparando documentos

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, julho 18, 2014 in
Em se tratando de relatório as vezes ocorre dos dados mudarem e não sabermos qual é a versão que está valendo.

Aqui no acervo já ocorreu de um cliente enviar um arquivo para tradução, depois enviar outro e depois mandar email dizendo que não sabia qual era a versão final, ou a mais completa.

Já falamos aqui sobre controle de versão de documentos. Mas se o documento não é seu e você precisa comparar, aqui vai um site bem legal: DiffNow.

O DiffNow compara textos simples - basta colar os txts nos espaços - e pdfs. Também comprara textos do word.
O interessante é que ele destaca cada passagem e classifica as ocorrências em inclusão, exclusão ou mudança.

Então, se precisar comprar arquivos, use o DiffNow.


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Bibliotecas Digitais

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, março 13, 2014 in , ,
Bibliotecas digitais - ou melhor, bibliotecas virtuais, uma vez que o livro fica na "nuvem" - já estão disponíveis no Brasil (demorou mas chegou...).

 Uma delas e a da Xeriph, que apresenta este video interessante.
A outra é o Minha Biblioteca que possui assinatura individual e corporativa.

As plataformas são semelhantes e o preço, graças a competição entre elas, está barateando.

Viva a nós, bibliotecas.







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Assinatura de Periódicos: Digital ou Papel?

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, março 12, 2014 in ,
A migração para o digital já é uma realidade nas bibliotecas.
No entanto, antes de migrar para assinaturas em formato digital o gestor do acervo deve considerar alguns pontos:

- Valor: a maioria das revistas digitais - não todas - são mais caras online do que as em papel. Isso ocorre porque a maioria das editoras dá acesso retrospectivo a sua coleção de revistas, oferecendo mais do que apenas os exemplares comprados em um ano, ou seja, quem assina um título leva a coleção completa daquele título desde o no.1.

- Assinatura individual X Assinatura corporativa: um binômio que tem influência direta no valor da assinatura.

A assinatura anual individual de um periódico, que por vezes pode ser mais cara que a aquisição mensal da revista comprada na banca, ainda é mais barata que uma assinatura corporativa.

Isso ocorre porque a maioria das editoras cobra um mínimo de 100 assinantes para fechar um contrato corporativo que, mesmo custando cerca de 60% do preço de uma assinatura individual, ao ser multiplicado pela quantidade de assinantes, encarece o valor final.

Outro aspecto deste binômio - individual x corporativo - além do valor, é o formato de acesso.

Ao fazer uma assinatura corporativa o acesso à revista estará disponível na tela do usuário, sem intermediários. Isso é possível graças ao compartilhamento dos IPs, DNSs da empresa ou algum sistema de configuração de LDAP (simplificando: perfis de usuários de uma intranet) junto ao site da editora (é o caso da DOINET, por exemplo, que reconhece o IP da empresa e não necessita de senhas para que seus funcionários tenham acesso).

Esse modelo não está disponível quando assinamos individualmente, apenas para um bibliotecário, por exemplo.

Sem o acesso direto do usuário, os acervos necessitam divulgar para estes os conteúdos das publicações e promover as cópias (digitais ou em papel), o que gera bastante demanda.

- Acesso X Posse: muitas editoras oferecem o acesso online, como dito, a toda sua coleção de revistas, o que é excelente do ponto de vista da pesquisa, mas nada bom para as bibliotecas já que ao encerrar uma assinatura, todas as revistas pagas são perdidas. O acesso é simplesmente, cortado. Do ponto de vista do colecionismo o acervo "perde" informação. Isso não ocorre com a compra em papel, pois mesmo deixando de assinar uma revista, tudo que foi pago é mantido para futuras consultas.

Algumas editoras tem minimizado este efeito criando a "compra casada". Eles associam o acesso digital à compra do título em papel.

- Formatos:
cada editora possui um formato de apresentação do conteúdo de suas revistas. As interfaces variam desde sites que permitem cópia e impressão dos artigos (como a Revistas dos Tribunais, por exemplo) até sites que só permitem a leitura exclusivamente na tela do computador (como a Revista Forense, por exemplo). Em outros sites, o periódico é baixado, como um eBook ou pdf; ou só podendo ser lido num aplicativo de celular ou tablet exclusivo (como a revista VOCE S.A. ou VOCÊ RH, por exemplo, que só é lido no Iba Reader ).

Deve-se levar em consideração que nem todos os usuários possuem destreza computacional para lidar com estas variações.

- Tempo: com o acesso direto o usuário pode visitar sua publicação preferida a qualquer tempo, o que não ocorre com a assinatura em papel pois tem que solicitá-la á biblioteca, verificar disponibilidade e etc.

Se a biblioteca dispõe de um bureau digital, os artigos podem ser escaneados/digitalizados e enviados por email em até 24 horas. As cópias digitais também são arquivadas em uma base de dados. Os artigos podem ser enviados sempre que solicitado.

Neste modelo, deve-se cuidar para não enviar mais de três artigos por revista para cada usuário para não ferir a Lei de Direitos Autorais.

- Cultura: aqui em nossa biblioteca jurídica, temos notado que não há uma cultura de visita aos sites entre nossos advogados, ao menos não aos sites de revistas.

A grande maioria prefere solicitar a pesquisa dos assuntos de seu interesse com o envio dos artigos já filtrados à biblioteca.

O mesmo já não ocorre com livros (códigos, manuais e doutrinas) em formato digital (ebooks) que, para advogados que estão sempre com volumosos códigos em mãos, o livro digital torna-se mais prático de manipular e portar entre um tribunal e outro.


Assim, deve-se atentar para que as mudanças propostas venham de encontro ao seu público.

Concluindo: em tese, a maioria dos títulos de periódicos já possui um modelo digital os quais os acervos poderiam estar apenas gerenciando as contas de acesso.
Cabe ao gestor eleger os modelos mais aceitáveis para seus objetivos e comprar as assinaturas cabíveis.


Para nosso acervo, notamos que, ainda por algum tempo, conviveremos com os títulos em papel, inevitavelmente; até que o mercado assente um padrão mais homogêneo e que venha de encontro às necessidades corporativas.


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A "liquidez" do mercado editorial e dos livros digitais

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, novembro 21, 2013 in ,

Foi publicado um interessante artigo de Julio Silveira sobre o livro, o mercado livreiro e a rápida obsolescência do e-Book. Não do formato (ePub), mas da mercadoria.

Eu mesma tenho um Kobo e já estou com meia duzia de livros instalados que não dão para emprestar, vender, trocar ou servir de apoio de mesa, como ele comenta.
Enfim, são arquivos. Arquivos aos quais eu paguei para ter acesso. E só.

É isso que nossas bibliotecas se tornarão? Pontos de acesso? ...Não que eu veja isso como algo ruim. Longe disso. Mas estamos nós preparados para sermos gestores de acesso? Gerenciadores de abstrações?

Se formos acompanhar, ao pé da letra, o que o colega Julio expõe em seu artigo, os bibliotecários serão "Encanadores".
Encanadores num mundo de publicações líquidas.
Leia o artigo.

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eReaders Kobo e Kindle

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, setembro 12, 2013 in ,
Eu tenho o Kobo e posso dizer que estou satisfeita.
A tela até que poderia ser maior, mas como a fonte é dimensionável dá pro gasto.
A luz em backlight é realmente boa.
Quem quiser conhecer mais um pouco, veja o vídeo:


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Avaliação de Biblioteca Pública: eBook gratuito

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, agosto 26, 2013 in , , , , ,
A Editora da Universidade Estadual de Londrina (Eduel) está disponibilizando 22 livros digitais com acesso gratuito para a população. Um dos títulos é "Biblioteca pública : avaliação de serviços" de Oswaldo Francisco de Almeida Júnior. A obra é super atual, 2013, apresentando a teoria e um exemplo prático para avaliação dos serviços de referência. Leitura imperdível.

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EBooks sobre eBooks, gratuitos

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, agosto 14, 2013 in ,
Repassando:

"O mercado editorial às vezes parece dividido em dois: os que falam em siglas eletrônicas, como Epub, HTML etc. e os que imaginam que essas siglas escondem mundos complicadíssimos. É sempre bom então encontrar manuais ou guias bem elaborados sobre o assunto. A O’Reilly, editora conhecida no mundo da informática pelos livros de computação que estampam representantes da fauna nas capas, tem dois e-books sobre duas linguagens de programação fundamentais para a produção editorial digital. What is Epub 3 e HTML 5 for publishers. Ambos podem ser adquiridos gratuitamente no site da editora, após cadastro. Complementando a “e-blioteca” sobre e-books, vale e pena também conferir o estudo The Global eBook Market: Current Conditions & Future Projections, organizado pelo consultor Rüdiger Wischenbart sobre o mercado digital e suas tendências em 2013. Os títulos estão disponíveis em inglês."




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Criando ícones a partir de imagens

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, julho 18, 2013 in , ,
Digamos que você necessita organizar pastas em um drive de computador para o escritório onde trabalha ou drive da biblioteca.

Já mostramos aqui e aqui como colocar cor nestas pastas para facilitar a identificação. Agora, que tal não só colorir as pastas como modificá-las? Colocar uma imagem, um logo de sua instituição, por exemplo?

Antes isso era bem complicado, tinha-se que conhecer vetores e photoshop... Hoje podemos usar o iConvert.

  • Salve a imagem que deseja ser convertida em ícone em sua área de trabalho, por exemplo; depois visite o site. Escolha o sistema operacional, diga ao site aonde está a imagem, clique em convert e voil lá! Já tens um ícone para download.

  • Crie uma pasta chamada "Icons", por exemplo; baixe o arquivo para dentro dela, e arraste tudo para o mesmo drive de rede em que estão as pastas a serem personalizadas. 

  • Com a pasta de ícones salva, force a pasta a qual você deseja que seja "iconizada" a exibir o arquivo "desktop.ini". O desktop.ini é um arquivo oculto que normalmente aparece dentro da pasta quando vamos em "Ferramentas/Opções de pastas/Modo de Exibição/Exibir o conteúdo das pastas do sistema ou Exibir arquivos ocultos".(Isso fica mais fácil com o FileMenu Tools. Com a opção"Change icon", é só solicitar para ele trocar o ícone da pasta pelo mesmo ícone default (o mesmo amarelinho) e o desktop.ini é exibido ou é criado dentro da pasta.)

  • Agora é só abrir o arquivo desktop.ini (abra com o bloco de notas) e configurá-lo para exibir o seu ícone personalizado. Eu uso o comando abaixo. Copie e cole sobre tudo o que está lá. Modifique o link para ficar com o caminho (path) do seu ícone:

[.ShellClassInfo]
Infotip=Escreva aqui algo sobre sua pasta
IconIndex=0
IconFile=C:\ACERVO\ARQUIVO\ICO\MeuIcone.ico

Outros ícones podem ser adicionados à pasta "Icons" e ser utilizados com a mesma configuração (só atualizando o caminho do ícone) para outras pastas.

Lembre-se que a pasta "Icons" não poderá ser removida do seu local, mudar de nome, ou drive para não perdermos a referência do desktop.ini.

Não espere a TI fazer isso por você. Esse é um conhecimento básico que qualquer bibliotecário pode ter.

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Mais uma livraria digital no mercado

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, junho 27, 2013 in
"A Moby Dick Ebooks, fruto da parceria entre uma artista plástica, um escritor e um técnico em TI, estreia no Brasil com nove mil títulos de mais de 200 editoras, segundo a livraria digital. E o plano é aumentar o catálogo para 18 mil títulos até o final do ano.
Aproveitando a onda de manifestações, a livraria já instalou uma aba no site com a categoria “Brasil em movimento”.
Ziraldo e Machado de Assis também têm destaque na página da loja virtual, assim como categorias que diferem da classificação usual, como ‘pets’ e ‘futebol’. Cada título mostra a disponibilidade de formatos dos e-books, e o site dá ainda algumas orientações sobre como ler e-books."
Vale a pena uma visita.

Fonte: Publishnews


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