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ScreenToaster: screencast made easy

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, novembro 30, 2009 in ,
Para aqueles que desejam fazer um pequeno tutorial em vídeo, recomendo o ScreenToaster.
Não precisa instalar nada e é free.
Abra uma conta no site e inicie a gravação do vídeo de sua tela, ou parte dela.

Ele não possui recursos avançados de edição mas nele é possível incluir narração e postar o vídeo no Youtube, por exemplo. Pode-se também baixar o vídeo no formato .mov (fica pesado) e compartilhar como abaixo.

Bastante prático quando se quer poupar tempo.
Experimente. ScreenToaster.


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Georeferenciamento em Banco de Imagens

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, novembro 27, 2009 in , , , ,

Georreferenciar, Geo-referenciar ou Georeferenciar é atribuir coordenadas a um ponto, vinculando-o à um Sistema de Coordenadas.
Georeferenciar uma imagem é uma forma de indexá-la, sob o ponto de vista da localização geográfica, de modo que esta também pode ser uma atividade bibliotecária.

No banco de imagens em que trabalho, as imagens estão passando por um processo de georeferenciamento via campos IPTC, já falados aqui.
Temos muitas imagens de nossas instalações e estas são espalhadas pelo país. Para os engenheiros as geotags são fundamentais para ilustrar seus trabalhos e apresentações.

Não é difícil georeferenciar imagens.
Primeiro, obviamente, você tem que saber qual o local que a imagem se refere. Onde a foto foi tirada. Tem que ser capaz de localizá-la em um mapa ou ter algum especialista que tenha deixado esta indicação para você.
A utilização do Google Earth ou outro programa similar pode ajudar.

Depois, durante o processo de indexação mesmo, você georeferencia a imagem.
Na maioria das vezes tem-se apenas que criar um arquivo kmz (que é um marcador também feito com o Google Earth, por exemplo) e atá-lo à imagem com algum programa próprio para isso.
Entre os programas de georefêrencia temos:

  • iTag - Já falado aqui, é um dos melhores em sua completeza. Ele é gratuito, indexa as imagens, inclui os campos IPTC e georeferencia uma vez que se tenha criado o marcador no Google Earth.

  • GPicSync - é um software gratuito dedicado. Pra quem quer levar o geotagging a sério. Ele grava a georeferência nas tags das fotos, salva arquivo kml/kmz pra ser visualizado no Google Earth, com a opção de projetar a rota no solo ou com o perfil de altitude. Muito bom para banco de imagens aéreas. Ele também cria um kit html para aplicação em sites, com miniaturas.

  • GeoSetter: programa gratuito dedicado. Também com muitos recursos. Edita os campos IPTC, aceita fotos tipo RAW de vários tipos de câmera.

  • Jet PhotoSoft: é tipo um Picasa, tem bastente recurso e custa apenas US$ 25.00.

  • RoboGeo 5.0: demo. Pode receber coordenadas de um GPS e registrá-las entre os dados Exif ou IPTC gravados no arquivo da imagem. Também gera arquivos KML ou KMZ para exibição no Google Earth, além de fazer upload para o Flikr.

Nos dias globalizantes atuais o Georeferenciamento facilita a vida não só de engenheiros, mas também de usuários comuns. É uma atividade que também devemos incluir em nossos processos técnicos.

Para saber mais, visite também:

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O Brasil que queremos

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, novembro 25, 2009 in , ,

Não pude deixar passar batido estes dois artigos de revistas importantes e que falam do desenvolvimento do Brasil.

O primeiro, do "The Economist" diz que o país está decolando, apoiado por suas políticas externas e seus campos de petróleo e pré-sal.

O Segundo, de "El País" fala do nosso "tsunami de ouro negro" e que o "gigante está despertando".

O mundo começa a incluir o Brasil em suas contas globalizantes de poder. Estamos sendo notados.

Nós daqui, que pisamos esta terra, estamos esperando que todo este ouro e riqueza negra nos traga emprego, educação, saúde e segurança.
Obviamente, seria injusto dizer que não estamos melhores. Sim, estamos melhores. Mas enquanto eu continuar vendo um monte de pivete correndo pelas ruas do Rio, famintos e sem educação, não poderei acreditar que o Brasil vai bem...

Como profissionais, acrescento que nós bibliotecários temos que estar preparados. Haverá demanda de informação (...já está havendo) e outros poderão ocupar nossas vagas se as bibliotecas e centros de informação não responderem à altura.

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Convites do Google Wave

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, novembro 25, 2009 in
Fui convidada para avaliar o Google Wave, finalmente liberado para o Brasil.
Até o momento, pelo que usei, tenho achado bastante inócuo... mas como tem pouca gente usando, acho que ainda é cedo para dizer se é bom ou ruim.
Meu convite dá direito a 8 novos convites a minha escolha dos quais 3 eu já enviei aos amigos.
Alguém aí quer um convite? Poderíamos falar dos temas do BiblioPage...
Me escrevam.

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Blogger: personalizando seu blog com templates

Posted by Sandréa Moraes on terça-feira, novembro 24, 2009 in , , ,
Na semana passada assisti a palestra do colega Moreno Barros sobre Novas Tecnologias e Web 2.0.
Durante a palestra ele comentou algumas boas práticas que são acessíveis a qualquer biblioteca.

Uma delas é ter um blog. Você posta notícias, avisos, fotos e tudo o mais para manter seus usuários em dia com as atividades de sua biblioteca.
Aqui no Blogger, basta ter uma conta no Google para cadastrar sua página gratuitamente.

De início pode-se scolher os templates disponíveis, mas recomendo fortemente que a biblioteca personalize sua página com um template.

Como sou defensora de que bibliotecários devam ter ao menos o mínimo conhecimento de Informática, listo abaixo alguns sites para que vocês mesmos façam essa troca de templates:


Se ainda parece difícil então veja como eu costumo fazer:
  1. Vá ao site que contém o template desejado. O meu favorito é o BTemplates. Escolha o template. Verifique se ele esta funcionando (com todas as imagens) no preview que eles oferecem no site. Baixe o template e descompacte o arquivo numa pasta a sua escolha.

  2. Acesse sua conta do Blogger e clique na aba “Layout”. Depois clique em “Editar HTML”.

  3. Copie o código que está já lá e salve num bloco de notas. Esse será seu backup caso algo dê errado.

  4. Abra o template desejado em um bloco de notas, copie TODO o código do template novo e cole por cima do anterior, clique em “Visualizar”, verifique se esta ok, se estiver, clique em “Salvar Modelo”.

  5. Ainda em "Editar HTML" atualize os links. Normalmente o cabeçalho está em inglês e apontando para lugar nenhum. Use o "Localizar" de seu browser e altere os termos e os endereços. Por exemplo, se o cabeçalho contém um "About", você pode trocar pela palavra "Sobre" bastando localizar o "About" no html e fazer a substituição.

Já ajudei alguns amigos a formatar seus blogs. Aproveitem para visitá-los:

  • Escrita e Rabisco: blog da jornalista Erika Alves com posts interessantes e hilários sobre o cotidiano;
  • Agnostha: site da colega Alya sobre exoterismo, viagem astral e sonhos;
  • Terra dos Pinguins: blog-diário da fotógrafa Renata Mello sobre sua viagem a Antártida. Lindas imagens.
  • BiblioCase: blog da colega Rô Santos sobre suas experiências profissionais. Ela já trabalhou conosco e não conheço ninguém que saiba mais sobre GED que ela.
  • Turma Sem Nossaõ: blog de minha sobrinha linda, Rhayane, e suas aventuras adolescentes.
  • AVC da Balster: blog da amiga Andréa Balster sobre sua estória de superação frente a um AVC.
Qualquer dúvida, podem me escrever.

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Vai ao Cinema?

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, novembro 23, 2009 in ,
Descobri essa quando fui ver Lua Nova... Pra você que não dispensa a pipoca com guaraná quando vai ao cimena e fica "apertado" no meio do filme, visite antes o site RunPee.
Os caras catalogaram os minutos em que é possível dar uma saidinha para fazer aquele pipi sem perder o enredo principal...
Além de incluir os minutos e a sinopse, você pode enviar um e-mail para si mesmo para guardar como aviso.
Informação é tudo!

Ps.: visite o site por um minuto e repare no "N" do RunPee correr para o banheiro...k-k-k-k.

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Microsoft Office Professional Plus 2010 Beta disponível para download gratuito

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, novembro 19, 2009 in , ,

Pra quem quiser testar a Microsoft disponibilizou o pacote Office Professional Plus 2010 gratuitamente em seu site.

O download é pesado, mas como tudo que a Microsoft faz vira padrão, acho bom pra quem tiver tempo testar e se adaptar ao novo.
É necessário se registrar para fazer o download. O site recomenda que sejam desinstaladas as versões anteriores antes de instalar esta nova.

Entre as inovações dos principais programas temos:

  • Word: melhora no search das páginas; edição compartilhada com outros usuários; adição de efeitos visuais, como sombras e reflexos, às palavras; melhor edição de diagramas e efeitos visuais nas imagens incorporadas nos documentos;

  • Power Point: novos templates; edição compartilhada; adição de vídeo facilitada; acesso remoto a sua apresentação; edição de diagramas com efeitos visuais; novas transições e animações e novos menus;

  • Excel: inclusão de gráficos dentro de células da mesma aba; novos filtros automáticos; acesso remoto; compartilhamento de edição; novos modelos de gráficos; novos menus e novos modelos de relatórios e planilhas;

  • Access: novos templates; recursos de compartilhamento e acesso remoto; novos temas de design para o visual da base; novas opções drag-and-drop para aplicação nos formulários; criação de expressões e de macros facilitada (essa eu quero ver...); integração com a web.

Quem quiser compartilhar suas impressões é só deixar seus comentários aí no balãozinho.

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Cyclo.Ps: localizador de imagens mashup

Posted by Sandréa Moraes on terça-feira, novembro 17, 2009 in ,
Outra curtinha... Aqui na redação sempre estamos precisando de imagens royalty free para alguma publicação.

Navegamos por diversos sites em busca dessas imagens.

Ainda bem que inventaram o Cyclo.Ps para que possamos buscá-las em um só lugar.
Visite.

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Palestra sobre Novas Tecnologias

Posted by Sandréa Moraes on terça-feira, novembro 17, 2009 in ,
Esse é curtinha... pra quem esta no Rio lembramos que haverá uma palestra sobre NOVAS TECNOLOGIAS DA INTERNET APLICADAS A BIBLIOTECAS E CENTROS DE INFORMAÇÃO: WEB 2.0, BLOG, TWITTER... com o colega Moreno Barros, que será realizada no Museu Histórico Nacional na próxima quinta-feira (19/11) a partir das 14h.

O evento esta sendo organizado pela Redarte Rio:
www.redarte.org.br
www.redarterj.wordpress.com
www.twitter.com/redarterj

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Libox: seu personal P2P

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, novembro 13, 2009 in ,

Libox é uma aplicação web que funciona como rede P2P (peer to peer).

Se sua biblioteca não tem um servidor dedicado, mas gostaria que seus computadores estivessem conectados para compartilhar imagens e vídeos, este é o site.

É só importar sua mídia para o Libox e convidar outros para compartilhar. O conteúdo não fica estocado nos servidores do Libox... ele fica em suas máquinas, o Libox só facilita a troca.

Libox emula um browser, por isso seu parceiro também deve ter o serviço instalado.

Visite o site para ver o Libox em ação.

Fonte: LifeHacker

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Google Dashboard: um resumo de você online

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, novembro 11, 2009 in ,

Já se esqueceu de tudo o que pesquisou no Google? Nem se lembra quantos alertas tem cadastrados ou quantos contatos em sua caixa de correio? Perdeu a conta dos sites que acompanha?

Se quiser ver um resumo de sua vida no Google visite o Google Dashboard.

Lá estão listadas essas e outras informações que você nem se lembrava que possuia.
Muito bom para Hardcore Google Addicts Users como eu e você.

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Guia Completo do Google Wave

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, novembro 11, 2009 in , , ,

O Goolgle Wave promete ser uma revolução em nossa forma de usar a internet.

Ele combina e-mail, chat e troca de documentos em uma interface única, integrada, sobre uma plataforma altamente colaborativa.
Uma das questões que mais interessam a nós, bibliotecários, é que o Wave promete acabar com as cópias propagadas por e-mails, tornando os documentos sempre originais; isto é, o documento que se tem em mãos é o único documento, mesmo que compartilhado com outros. Isso vai dar o que atualizar na lei de Direitos Autorais...

Bem, se queres saber mais sobre o Google Wave, essa onda que vem por aí, leia o Complete Guide to Google Wave de Gina TRAPANI que está disponível gratuitamente, por enquanto...

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Banco de Imagens: indexando imagens utilizando campos IPTC

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, novembro 06, 2009 in , ,
É muito fácil utilizar o Google Picasa e o Flickr para organizar suas imagens. Mas quando se trata de um ambiente empresarial essas ferramentas não asseguram a privacidade dos dados e arquivos.
Assim, a maioria das corporações optam por sistemas fechados, dando espaço ao desenvolvimento de vários padrões de metadados.Um exemplo é o padrão IPTC, muito conhecido por fotógrafos profissionais.

O IPTC (International Press Telecommunication Council) é um organismo criado em 1965 e encarregado de promover centrais de troca de dados destinados à imprensa. Em 1991 o IPTC junto a NAA (Newspaper Association of America) desenvolveu um modelo de transferência de informações aceitos globalmente para todas as classes de dados.

Foi assim que surgiu o padrão IPTC que consiste em metadados (designados por IPTC headers), embutidos nos aquivos de mídia, mais usados atualmente nos arquivos de imagens digitais.

Esses campos ficam encapsulados no interior da própria imagem, o que torna o padrão amplamente aceito, já que para onde quer que a imagem seja tranferida (seja por e-mail, via rede, pen-drive etc.) os metadados vão junto, invisíveis, mas legíveis pela maioria dos editores de imagem.
Isso é bem diferente de criar um banco de dados com campos descritores e associar a imagem ao banco.

Os campos IPTC básicos podem incluir o título da imagem, palavras-chave, autor da imagem, a data da criação entre outros, fora os campos configuráveis.

Imagens que possuem campos IPTC editadas podem ser indexadas, como fazemos com documentos de texto, e depois pesquisadas por estes campos encapsulados.

Normalmente, a maioria dos editores de imagem também editam os campos IPTC (alguns fotógrafos chamam de File Info), mas estes softwares não criam um banco de imagens indexadas. Para isso deve-se ter um programa dedicado que, em sua maioria, é pago.

O FotoStation e o FotoWeb da FotoWare são os mais famosos. É completo. Edita, indexa e possui engine de busca acoplado. Sua interface pode ser disponibilizada em rede intranet e mesmo no site da empresa na internet.

O Adobe Bridge CS4 é mais baratinho, mas limitado. Não aguenta um grande banco de imagens empresarial em rede, por exemplo. Vem incluído no Adobe Creative Suite. Utiliza também metadados XMP que é outro padrão de transferência lido pelo Photoshop Lighthoom.

Existe o Kalimages que é um meio termo, indicado para coleções médias. O shareware está disponível.

Pra fechar, indico o iTag que é o software bbb - bom, bonito e barato pois é free. Ele edita e indexa, inclusive em lote, as imagens. Até onde testei, funciona muito bem. Os dados salvos foram lidos perfeitamente pelos outros editores de imagens.

Bom... Se você trabalha numa grande empresa, o mais recomendável é verifiar junto a sua TI qual será a melhor solução para seu Banco de Imagens uma vez que este projeto requer servidor dedicado e amplas memórias.

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Fórum Mundial da Ciência 2009 debate Conhecimento e Futuro

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, novembro 05, 2009 in

No período de 5 a 7 de novembro, Budapeste receberá o Fórum Mundial da Ciência 2009. Promovido desde 2003 pela Academia de Ciências da Hungria, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (Unesco) e com o Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), o evento chega à quarta edição com foco nas discussões sobre conhecimento e futuro.

Um dos destaques será uma sessão dedicada à Comunicação Científica, com a presença de Bruce Alberts e Philip Campbell, editores das revistas especializadas Science e Nature.

A Comunicação Científica é um dos assuntos recorrentes em Ciência da Informação com muitos trabalhos publicados uma vez que o fluxo informacional acadêmico passa pelo registro formal do conhecimento.

Estudar as estruturas que legitimam uma descoberta, ou determinado conhecimento, e que faz jus a precursores através das citações, é uma das linhas de pesquisa desta área.

Quando fiz o mestrado em CI pelo IBICT, optei por investigar a Comunicação Científica na Academia Brasileira de Ciências. Foi muito enriquecedor. O resultado pode ser conferido em download gratuito pela Lulu.com.

Abaixo vão alguns artigos para quem quer investigar mais esta área:

BUSH, Vannevar. As we may think. The Atlantic Monthly, Jul.1945. (um clássico...)

CASTRO, Regina C Figueiredo. Impacto da Internet no fluxo da comunicação científica em saúde. R. Saúde Pública [online]. 2006, vol.40, n.spe

FREIRE, Isa Maria. O olhar da consciência possível sobre o campo científico. Ci. Inf., Abr 2003, vol.32, no.1, p.50-59.

LEITE, Fernando César Lima; COSTA, Sely Maria de Souza. Gestão do conhecimento científico: proposta de um modelo conceitual com base em processos de comunicação científica. Ci. Inf., Abr 2007, vol.36, no.1, p.92-107.

MOREIRA, Walter. Os colégios virtuais e a nova configuração da comunicação científica. Ci. Inf. [online]. 2005, vol.34, n.1, pp. 57-63.

MUELLER, Suzana Pinheiro Machado. A comunicação científica e o movimento de acesso livre ao conhecimento. Ci. Inf. [online]. 2006, vol.35, n.2

SCHAFFER, Patrícia. Comunicando a pesquisa. Ci. Inf. [online]. 1998, vol.27, n.3, pp. 00-00.

SENA, Nathália Kneipp. Open archives: caminho alternativo para a comunicação científica. Ci. Inf. [online]. 2000, vol.29, n.3, pp. 71-78.

SOUZA, Sandréa. Comunicação Científica na Academia Brasileira de Ciências : estudo exploratório de suas publicações (1917-1928). Rio de Janeiro : UFRJ/ECO - IBICT, 2003.
231 p., il.

VOLPATO, Gilson Luiz and FREITAS, Eliane Gonçalves de. Desafios na publicação científica. Pesqui. Odontol. Bras. [online]. 2003, vol.17

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