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Designs para qualquer necessidade: Canva design

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, novembro 14, 2016 in , , , , , ,
Se sua biblioteca deseja promover um evento ou sinalizar suas estantes; ou para aqueles que desejam iniciar uma campanha ou criar uma capa de livro, o Canva, site de criação de designs, é uma ótima opção.

Se você não domina o GIMP ou Corel Draw, o Canva te auxiliará com designs previamente preparados. Basta alterar o conteúdo, ou cores e, voilà!, tens seu design em mãos.

O Canva disponibiliza várias peças: cartazes, apresentações, capas, imagens para blog e redes sociais.  Tudo muito bonito e bem preparado. 

Caso deseje alterar uma imagem ou objeto, o buscador do Canva conta com uma miríade de imagens e desenhos que poderão atender as necessidades de seu projeto.

Basicamente, o site é gratuito. No entanto, algumas imagens são pagas.

O Canva possibilita o compartilhamento das peças e até funciona como uma rede social de designers onde as criações podem ser compartilhadas.

Obviamente, o site ainda pode melhorar.

Algumas opções como o compartilhamento no Facebook e Twitter nem sempre carregaram a imagem corretamente, e seu buscador poderia ter sub-filtros para as peças gratuitas.

Mas, no mais,  ainda tem muito a contribuir com qualquer pessoas que deseja pôr a criatividade para trabalhar. Os exemplos que ilustram essa página foram criados em menos de 10 minutos.
Visite: Canva.com 



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Realidade Virtual x Realidade Aumentada

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, outubro 17, 2016 in , , , ,
Já vimos aqui um post sobre realidade aumentada mas aí ficou a dúvida? Qual a diferença entre realidade virtual e realidade aumentada?
Basicamente, usam a mesma tecnologia: o ponto de vista do olho humano para criar a ilusão de 3D. No entanto, olhando mais de perto, cada uma possui suas próprias peculiaridades.

Na realidade virtual o cenário é pré-fabricado. Você é inserido nele, transportado. Você é levado para dentro do mundo que o programa deseja te apresentar... mesmo que seja uma foto de uma cidade real.
É o caso dos VRs, do Oculus Rift, por exemplo.




Já na realidade aumentada, o mundo real é o pano de fundo para os objetos 3D como numa sobreposição.
Os objetos 3D podem, inclusive, interagir com os objetos do ambiente, isso graças a um escaneamento do território que o rodeia. Alguns objetos reais podem também incluir códigos que, com o equipamento correto, evocam informações adicionais ou/e outros objetos 3D, como no caso dos livros que apresentei.
Usam a realidade aumentada o Google Glass e o Hololens da Microsoft.



Dizem os experts, que em 10 anos estas tecnologias serão tão baratas e tão acessíveis quanto um celular.
Só espero que os desenvolvedores lembrem-se das bibliotecas e criem aplicativos para ajudar aos leitores localizarem seus livros e também aplicativos para nos ajudarem na gestão do Acervo.

Pra quem quiser, veja o vídeo abaixo. É bem didático. Além de fazer essa distinção, mostra também outras indústrias envolvidas na adoção dessas tecnologias.




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Realidade Aumentada em livros

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, julho 15, 2016 in , , ,
O mundo da leitura está em constante mutação.
Depois do advento dos eBooks e leitores digitais, agora é a vez da Realidade Aumentada (AR - Augmented Reality) revolucionar a forma como interagimos com este artefato, o livro.
Mesmo sendo impresso, atualmente é possível interagir digitalmente com um livro.

Mas o que é Realidade Aumentada?

"De uma forma simples, Realidade Aumentada é uma tecnologia que permite que o mundo virtual seja misturado ao real, possibilitando maior interação e abrindo uma nova dimensão na maneira como nós executamos tarefas, ou mesmo as que nós incumbimos às máquinas."

Como dito, a AR sobrepõe uma camada de informação sobre o que está sendo lido ou visto.
Assim, uma ilustração em um livro, quando vista através de um aplicativo de celular, faz aparecer na tela novos dados sobre aquele contexto.

É isso que acontece com os novos livros didáticos da Editora FTD e que eles chamam de LED (Livro Educacional Digital).
Além do texto didático, os seus livros estão incluindo uma camada de dados sobre as imagens que acompanham tais textos.
Fica muito mais  interessante ler sobre o Olho Humano, por exemplo, e acompanhar com seu tablet um modelo em 3D de um olho, e poder mexer nele.
Veja no vídeo abaixo como isso funciona:

http://sacd.s3.amazonaws.com/M14/VIDEOS/ciencias_novo_pensar_RA.mp4
A FTD tem um site muito interessante para professores e alunos interessados em achar recursos informacionais de aprendizado.

Um outro exemplo muito legal da aplicação desta tecnologia está sendo desenvolvido por uma editora norueguesa com o aplicativo Quiver:


Já imaginaram ter em seu acervo livros neste modelo? As pessoas lendo e apontando seus celulares para eles?
Já pensaram que alguns leitores poderão estar interessados somente nas imagens e desejar uma pesquisa? Como poderemos indexá-las? Recuperá-las?

Com essa nova modalidade de apresentação de material impresso, podemos antever toda uma nova cadeia de desenvolvimento para livros e afins e mesmo uma grande ampliação na forma de aprender e se relacionar com livros, didáticos ou não.

E nós, como podemos nos preparar para esta evolução?

P.S.: se quiser experimentar essa tecnologia agora, sugiro baixar o calendário da FTD, imprimí-lo, e instalar o visualizador em seu celular. Você verá a AR em ação.

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Bookshare, a tecnologia do bem

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, junho 24, 2016 in , ,
"Em janeiro de 2015, a Benetech, ONG que “desenvolve e usa a tecnologia para criar mudanças sociais positivas” ganhou do Google.Org Award um investimento de US$ 800 mil. Entre os programas da Benetech, que tem sede em Palo Alto, na Califórnia (EUA), está a Bookshare, uma biblioteca digital acessível desenvolvida para deficientes visuais, pessoas de baixa visão, disléxicos severos e pessoas com problemas motores que impeçam o manuseio de livros.
No mundo todo, a plataforma já tem 400 mil usuários, a maioria deles nos EUA, e cerca de 400 mil títulos, a grande maioria em inglês. Em português, são apenas 57 títulos, quase todos de obras em domínio público.
Com o empurrãozinho do Google, a plataforma quer ampliar esses números. Para tanto, contratou uma “evangelizadora” que começou a visitar editores brasileiros na tentativa de fazer crescer a participação de livros brasileiros no catálogo e, consequentemente, crescer o número de usuários brasileiros na plataforma. "
Leia mais sobre a iniciativa no Publish News.


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Ubook: audiolivros em português... e alguns em outras línguas.

Posted by Sandréa Moraes on terça-feira, junho 21, 2016 in ,
Para aqueles que possuem deficiência ou alguma limitação visual, ou para aqueles que preferem ouvir uma boa estória a ter que lê-la, existe um site  muito interessante: Ubook.

O Ubook é uma biblioteca de audiobooks: por quase R$20 por mês, ou quase R$5 por semana, você terá à disposição, centenas de livros com excelente qualidade de produção - alguns inclusive, com trilha sonora de fundo para incrementar a leitura, digo, a audição.

Sabendo-se que, em média, um livro de 200 páginas possui 6 horas de audição, temos que é possível "ler" uns 5 livros por mês. Nada mal, pelo preço a ser pago...

Na lista das obras disponibilizadas, estão desde livros de domínio público - como Drácula, de Bram Stoker - até o Dom, Bruxos e Bruxas, de James Paterson, passando por Augusto Cury, Sin Tzu e Alberto Dell'Isola.

O site também inclui o áudio de artigos de revistas, como a Exame e a Superinteressante, além de podcasts de assuntos variados (achei até o Doctor Who por lá! Nerd!).

Áudio de livros em inglês - como o The Adventures of Sherlock Holmes  -  e outras línguas também estão disponíveis. É bom para treinar o ouvido!

Visite e ouça diretamente em seu celular, tanto on como off-line.

Comece pelos livros em domínio público pois são gratuitos. Depois, se quiser assinar, opte por pagar com seu cartão de crédito ou diretamente em sua conta de celular.

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Gerador de Referências / Citações II

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, junho 17, 2016 in , ,
Pra quem está na difícil missão de entregar o TCC ou sua dissertação, aqui vão dois sites que te ajudarão a organizar as referências:
  • Zotero: é uma ferramenta gratuita, que auxilia na coleta, organização, referências, e compartilhamento das fontes de pesquisa. Possui instrumentos de coleta de links online através de plugin na barra de ferramentas do Firefox. Com ele é possível cadastrar os artigos que você consultou para o TCC e depois, com um clique, criar a citação no texto e também a bibliografia completa dentro das páginas do seu documento Word. A formatação das referências pode ser escolhida entre o formato ABNT, APA, Chicago e tantas outras. O utilitário também possui a versão standalone que pode ser instalada em seu PC sem a necessidade de ficar preso ao browser. Abaixo vai um vídeo que ensina como usar:




  • EndNote: também gratuito, esse gerenciador de citações funciona online e tem uma interface bem simples, mas eficiente. A coleta de referências pode ser feita de dentro do próprio site. Permite que grupos compartilhem as referências além de disponibilizar 2GB de espaço para anexar documentos na nuvem. Uma parte interessante do EndNote é a aba "Correspondência" que realiza um filtro dos periódicos que podem ser de seu interesse baseado na soma de suas referências, seu resumo e o título de seu trabalho. Também possui a versão standalone. O vídeo abaixo é meio antigo mas serve como ilustração:


De início achei meio difícil de usar esses gerenciadores, mas com prática, se tornam excelentes ferramentas para coletar informação e já deixar as referências prontas para uso quando precisar. Se você ainda está no início da sua jornada rumo ao Trabalho de Conclusão de Curso, comece a usar essas ferramentas desde agora.


Veja meu primeiro post sobre esse assunto aqui.


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HoloLens: nova interação homem-máquina com hologramas

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, junho 13, 2016 in , , ,
Imagine, após colocar seus óculos especiais, chegar a sua biblioteca universitária e poder ver projetada na parede inteira, as novas aquisições do acervo, informações sobre o tempo, o mercado financeiro, lançamentos e etc.

Imagine olhar para o lado e ver o assistente virtual perguntar o que procura e, após solicitar a pesquisa, setas flutuantes indicarem o caminho até a prateleira aonde está o livro desejado.
Imagine sentar-se com o livro em mãos e, conforme o folheia, telas pop up saltarem ao seu redor com informações adicionadas por outras pessoas que também leram a obra ou mesmo dos próprios autores que atualizaram a obra com vídeos e sites de interesse.

Imagine que há um ícone flutuante sobre a capa do livro e ao ser pinçado, uma tela pop up transforma a publicação em suas mãos em uma tela plana que você, com um gesto, regula o tamanho para que ocupe toda a parede diante de seu olhos. Confortável, não?
Com alguns gestos você copia trechos da obra na tela flutuante e as lança a outra tela flutuante para criar seu próprio texto depois.

Na dúvida sobre o que ler a seguir? O ícone de ajuda que gira no espaço do acervo chama a presença do bibliotecário que se materializa diante de seus olhos e que, conforme a entrevista, abre novas telas com outras opções de livros, de sites, de vídeos... e assim segue a pesquisa...

No fim do trabalho você retira  seus óculos e vai pro chuveiro pois de sua casa até a universidade é um longo caminho e a aula de hoje não vai ser transmitida por holo-presença...


Pois é, a nova tecnologia holográfica poderá revolucionar a maneira como nos relacionamos com os computadores, com a internet, com a comunidade, e mesmo a forma como vemos o mundo a nossa volta.
E nós, bibliotecários, como poderá ser esse mundo para nós?




Mais info em TED Talks, e Youtube Playlist.

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Projeto experimental disponibiliza cerca de 50 mil livros online

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, fevereiro 19, 2015 in ,
Pensando na qualificação dos alunos e professores, a Universidade do Estado do Pará (Uepa) disponibiliza, por noventa dias, 45 mil edições online de exemplares referentes às diversas áreas do conhecimento, de forma gratuita, no site da EBSCO Information Services.

Para fazer o download dos livros é necessário que o usuário crie uma conta na plataforma, disponível no lado direito do site. Não é necessária nenhuma informação privada, apenas alguns dados para cadastro. A vantagem da conta é que é possível incluir na pasta documentos que ficarão salvos para a pesquisa, sejam eles tanto livros quanto artigos.

De acordo com a quantidade de acessos obtidos, a Universidade do Estado do Pará (Uepa) negociará aquisição de 135 mil títulos online, juntamente com o portal da CAPES e publicações científicas oriundas da instituição.

Aproveitem para visualizar os livros de Biblioteconomia digitando "Library" ou "Librarianship" na pesquisa.

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Feliz 2015!

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, janeiro 05, 2015
Que 2015 seja um ano abençoado para todos os Bibliotecários do Mundo!

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Internet das Coisas - Internet of Things - IoT

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, outubro 31, 2014 in , ,
A Internet das Coisas ( IOT ) e Sistemas Inteligentes baseiam-se no uso de Sensores, Conectividade, Pessoas e Processos .
Estamos criando um novo mundo que vê e mede qualquer coisa em torno de nós através de "lentes sensoriais".
Nós digitalizamos os resultados e os tornamos disponíveis através das redes.
Por fim, colocamos toda a informação da rede em sistemas bi-direcionais para combinar pessoas, dados, sistemas e processos, o que leva à tomada de decisões mais bem sucedida.
Como resultado, adquirimos serviços novos e aplicações inteligentes, e abrimos um caminho novo para diversas aplicações. O que a biblioteca tem haver com isso?
Tudo!

Imagine estar numa biblioteca onde um sensor corre por um friso apontando a localização de seu livro na estante? Sensores que indicam se o livro está no lugar correto de classificação ou não? Sensor que indica se um livro está perdido num prédio? Sensor que indica a georreferência de uma obra? Indicação de disponibilidade de um livro na estante sem necessidade de consultar empréstimos? E mais: calculo de peso de uma carga de obras em doação, cálculo de volume, vida útil, danos ambientais...

Isso tudo, sem falar na própria mudança na forma do como o usuário procura suas informações. Nas mudanças culturais provocadas por esta nova onda. As bibliotecas como as conhecemos poderão mudar e muito...

Neste link você encontrará melhores explicações sobre a IoT com infográficos e indicações de livros.
Dá uma bela dissertação, que tal?

Bibliotecários: preparai-vos para o futuro!



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Comparando documentos

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, julho 18, 2014 in
Em se tratando de relatório as vezes ocorre dos dados mudarem e não sabermos qual é a versão que está valendo.

Aqui no acervo já ocorreu de um cliente enviar um arquivo para tradução, depois enviar outro e depois mandar email dizendo que não sabia qual era a versão final, ou a mais completa.

Já falamos aqui sobre controle de versão de documentos. Mas se o documento não é seu e você precisa comparar, aqui vai um site bem legal: DiffNow.

O DiffNow compara textos simples - basta colar os txts nos espaços - e pdfs. Também comprara textos do word.
O interessante é que ele destaca cada passagem e classifica as ocorrências em inclusão, exclusão ou mudança.

Então, se precisar comprar arquivos, use o DiffNow.


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Bibliotecas Digitais

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, março 13, 2014 in , ,
Bibliotecas digitais - ou melhor, bibliotecas virtuais, uma vez que o livro fica na "nuvem" - já estão disponíveis no Brasil (demorou mas chegou...).

 Uma delas e a da Xeriph, que apresenta este video interessante.
A outra é o Minha Biblioteca que possui assinatura individual e corporativa.

As plataformas são semelhantes e o preço, graças a competição entre elas, está barateando.

Viva a nós, bibliotecas.







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Assinatura de Periódicos: Digital ou Papel?

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, março 12, 2014 in ,
A migração para o digital já é uma realidade nas bibliotecas.
No entanto, antes de migrar para assinaturas em formato digital o gestor do acervo deve considerar alguns pontos:

- Valor: a maioria das revistas digitais - não todas - são mais caras online do que as em papel. Isso ocorre porque a maioria das editoras dá acesso retrospectivo a sua coleção de revistas, oferecendo mais do que apenas os exemplares comprados em um ano, ou seja, quem assina um título leva a coleção completa daquele título desde o no.1.

- Assinatura individual X Assinatura corporativa: um binômio que tem influência direta no valor da assinatura.

A assinatura anual individual de um periódico, que por vezes pode ser mais cara que a aquisição mensal da revista comprada na banca, ainda é mais barata que uma assinatura corporativa.

Isso ocorre porque a maioria das editoras cobra um mínimo de 100 assinantes para fechar um contrato corporativo que, mesmo custando cerca de 60% do preço de uma assinatura individual, ao ser multiplicado pela quantidade de assinantes, encarece o valor final.

Outro aspecto deste binômio - individual x corporativo - além do valor, é o formato de acesso.

Ao fazer uma assinatura corporativa o acesso à revista estará disponível na tela do usuário, sem intermediários. Isso é possível graças ao compartilhamento dos IPs, DNSs da empresa ou algum sistema de configuração de LDAP (simplificando: perfis de usuários de uma intranet) junto ao site da editora (é o caso da DOINET, por exemplo, que reconhece o IP da empresa e não necessita de senhas para que seus funcionários tenham acesso).

Esse modelo não está disponível quando assinamos individualmente, apenas para um bibliotecário, por exemplo.

Sem o acesso direto do usuário, os acervos necessitam divulgar para estes os conteúdos das publicações e promover as cópias (digitais ou em papel), o que gera bastante demanda.

- Acesso X Posse: muitas editoras oferecem o acesso online, como dito, a toda sua coleção de revistas, o que é excelente do ponto de vista da pesquisa, mas nada bom para as bibliotecas já que ao encerrar uma assinatura, todas as revistas pagas são perdidas. O acesso é simplesmente, cortado. Do ponto de vista do colecionismo o acervo "perde" informação. Isso não ocorre com a compra em papel, pois mesmo deixando de assinar uma revista, tudo que foi pago é mantido para futuras consultas.

Algumas editoras tem minimizado este efeito criando a "compra casada". Eles associam o acesso digital à compra do título em papel.

- Formatos:
cada editora possui um formato de apresentação do conteúdo de suas revistas. As interfaces variam desde sites que permitem cópia e impressão dos artigos (como a Revistas dos Tribunais, por exemplo) até sites que só permitem a leitura exclusivamente na tela do computador (como a Revista Forense, por exemplo). Em outros sites, o periódico é baixado, como um eBook ou pdf; ou só podendo ser lido num aplicativo de celular ou tablet exclusivo (como a revista VOCE S.A. ou VOCÊ RH, por exemplo, que só é lido no Iba Reader ).

Deve-se levar em consideração que nem todos os usuários possuem destreza computacional para lidar com estas variações.

- Tempo: com o acesso direto o usuário pode visitar sua publicação preferida a qualquer tempo, o que não ocorre com a assinatura em papel pois tem que solicitá-la á biblioteca, verificar disponibilidade e etc.

Se a biblioteca dispõe de um bureau digital, os artigos podem ser escaneados/digitalizados e enviados por email em até 24 horas. As cópias digitais também são arquivadas em uma base de dados. Os artigos podem ser enviados sempre que solicitado.

Neste modelo, deve-se cuidar para não enviar mais de três artigos por revista para cada usuário para não ferir a Lei de Direitos Autorais.

- Cultura: aqui em nossa biblioteca jurídica, temos notado que não há uma cultura de visita aos sites entre nossos advogados, ao menos não aos sites de revistas.

A grande maioria prefere solicitar a pesquisa dos assuntos de seu interesse com o envio dos artigos já filtrados à biblioteca.

O mesmo já não ocorre com livros (códigos, manuais e doutrinas) em formato digital (ebooks) que, para advogados que estão sempre com volumosos códigos em mãos, o livro digital torna-se mais prático de manipular e portar entre um tribunal e outro.


Assim, deve-se atentar para que as mudanças propostas venham de encontro ao seu público.

Concluindo: em tese, a maioria dos títulos de periódicos já possui um modelo digital os quais os acervos poderiam estar apenas gerenciando as contas de acesso.
Cabe ao gestor eleger os modelos mais aceitáveis para seus objetivos e comprar as assinaturas cabíveis.


Para nosso acervo, notamos que, ainda por algum tempo, conviveremos com os títulos em papel, inevitavelmente; até que o mercado assente um padrão mais homogêneo e que venha de encontro às necessidades corporativas.


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A "liquidez" do mercado editorial e dos livros digitais

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, novembro 21, 2013 in ,

Foi publicado um interessante artigo de Julio Silveira sobre o livro, o mercado livreiro e a rápida obsolescência do e-Book. Não do formato (ePub), mas da mercadoria.

Eu mesma tenho um Kobo e já estou com meia duzia de livros instalados que não dão para emprestar, vender, trocar ou servir de apoio de mesa, como ele comenta.
Enfim, são arquivos. Arquivos aos quais eu paguei para ter acesso. E só.

É isso que nossas bibliotecas se tornarão? Pontos de acesso? ...Não que eu veja isso como algo ruim. Longe disso. Mas estamos nós preparados para sermos gestores de acesso? Gerenciadores de abstrações?

Se formos acompanhar, ao pé da letra, o que o colega Julio expõe em seu artigo, os bibliotecários serão "Encanadores".
Encanadores num mundo de publicações líquidas.
Leia o artigo.

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eReaders Kobo e Kindle

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, setembro 12, 2013 in ,
Eu tenho o Kobo e posso dizer que estou satisfeita.
A tela até que poderia ser maior, mas como a fonte é dimensionável dá pro gasto.
A luz em backlight é realmente boa.
Quem quiser conhecer mais um pouco, veja o vídeo:


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Avaliação de Biblioteca Pública: eBook gratuito

Posted by Sandréa Moraes on segunda-feira, agosto 26, 2013 in , , , , ,
A Editora da Universidade Estadual de Londrina (Eduel) está disponibilizando 22 livros digitais com acesso gratuito para a população. Um dos títulos é "Biblioteca pública : avaliação de serviços" de Oswaldo Francisco de Almeida Júnior. A obra é super atual, 2013, apresentando a teoria e um exemplo prático para avaliação dos serviços de referência. Leitura imperdível.

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EBooks sobre eBooks, gratuitos

Posted by Sandréa Moraes on quarta-feira, agosto 14, 2013 in ,
Repassando:

"O mercado editorial às vezes parece dividido em dois: os que falam em siglas eletrônicas, como Epub, HTML etc. e os que imaginam que essas siglas escondem mundos complicadíssimos. É sempre bom então encontrar manuais ou guias bem elaborados sobre o assunto. A O’Reilly, editora conhecida no mundo da informática pelos livros de computação que estampam representantes da fauna nas capas, tem dois e-books sobre duas linguagens de programação fundamentais para a produção editorial digital. What is Epub 3 e HTML 5 for publishers. Ambos podem ser adquiridos gratuitamente no site da editora, após cadastro. Complementando a “e-blioteca” sobre e-books, vale e pena também conferir o estudo The Global eBook Market: Current Conditions & Future Projections, organizado pelo consultor Rüdiger Wischenbart sobre o mercado digital e suas tendências em 2013. Os títulos estão disponíveis em inglês."




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Criando ícones a partir de imagens

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, julho 18, 2013 in , ,
Digamos que você necessita organizar pastas em um drive de computador para o escritório onde trabalha ou drive da biblioteca.

Já mostramos aqui e aqui como colocar cor nestas pastas para facilitar a identificação. Agora, que tal não só colorir as pastas como modificá-las? Colocar uma imagem, um logo de sua instituição, por exemplo?

Antes isso era bem complicado, tinha-se que conhecer vetores e photoshop... Hoje podemos usar o iConvert.

  • Salve a imagem que deseja ser convertida em ícone em sua área de trabalho, por exemplo; depois visite o site. Escolha o sistema operacional, diga ao site aonde está a imagem, clique em convert e voil lá! Já tens um ícone para download.

  • Crie uma pasta chamada "Icons", por exemplo; baixe o arquivo para dentro dela, e arraste tudo para o mesmo drive de rede em que estão as pastas a serem personalizadas. 

  • Com a pasta de ícones salva, force a pasta a qual você deseja que seja "iconizada" a exibir o arquivo "desktop.ini". O desktop.ini é um arquivo oculto que normalmente aparece dentro da pasta quando vamos em "Ferramentas/Opções de pastas/Modo de Exibição/Exibir o conteúdo das pastas do sistema ou Exibir arquivos ocultos".(Isso fica mais fácil com o FileMenu Tools. Com a opção"Change icon", é só solicitar para ele trocar o ícone da pasta pelo mesmo ícone default (o mesmo amarelinho) e o desktop.ini é exibido ou é criado dentro da pasta.)

  • Agora é só abrir o arquivo desktop.ini (abra com o bloco de notas) e configurá-lo para exibir o seu ícone personalizado. Eu uso o comando abaixo. Copie e cole sobre tudo o que está lá. Modifique o link para ficar com o caminho (path) do seu ícone:

[.ShellClassInfo]
Infotip=Escreva aqui algo sobre sua pasta
IconIndex=0
IconFile=C:\ACERVO\ARQUIVO\ICO\MeuIcone.ico

Outros ícones podem ser adicionados à pasta "Icons" e ser utilizados com a mesma configuração (só atualizando o caminho do ícone) para outras pastas.

Lembre-se que a pasta "Icons" não poderá ser removida do seu local, mudar de nome, ou drive para não perdermos a referência do desktop.ini.

Não espere a TI fazer isso por você. Esse é um conhecimento básico que qualquer bibliotecário pode ter.

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Mais uma livraria digital no mercado

Posted by Sandréa Moraes on quinta-feira, junho 27, 2013 in
"A Moby Dick Ebooks, fruto da parceria entre uma artista plástica, um escritor e um técnico em TI, estreia no Brasil com nove mil títulos de mais de 200 editoras, segundo a livraria digital. E o plano é aumentar o catálogo para 18 mil títulos até o final do ano.
Aproveitando a onda de manifestações, a livraria já instalou uma aba no site com a categoria “Brasil em movimento”.
Ziraldo e Machado de Assis também têm destaque na página da loja virtual, assim como categorias que diferem da classificação usual, como ‘pets’ e ‘futebol’. Cada título mostra a disponibilidade de formatos dos e-books, e o site dá ainda algumas orientações sobre como ler e-books."
Vale a pena uma visita.

Fonte: Publishnews


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Widbook: livros digitais compartilhados

Posted by Sandréa Moraes on sexta-feira, junho 14, 2013 in , ,
"O Brasil ganhou uma plataforma digital colaborativa para produção de conteúdo, leitura e aperfeiçoamento da escrita. No Widbook os autores podem publicar livros online gratuitamente, solicitar feedback e trabalhar em parceria com outros usuários. Em apenas cinco meses o projeto alcançou a marca de 4 mil e-books, sendo que 700 já estão publicados – os outros estão sendo redigidos. A rede social literária possui hoje 25 mil usuários de mais de 150 países e a expectativa é continuar crescendo em diversos mercados, como Estados Unidos, Reino Unido e França."
Estive no site é gostei muito. Vários livros de autores independentes em português já estão disponíveis.
Parece uma boa plataforma para tirar aquela ideia, há muito inspirada, da gaveta...

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